22.12.16

E A RESPEITO DE PEQUENOS FERIMENTOS? - DDS (Dialogo Diário de Segurança)

20 - E A RESPEITO DE PEQUENOS FERIMENTOS?

Quando dizemos que o João se machucou ontem, querermos dizer que algo de sério aconteceu com ele. Normalmente não consideramos arranhão, uma pancada na cabeça, uma pancada na coxa como machucado ou ferimento. Ao pensarmos assim, estamos parcialmente certos, mas parcialmente errados também. Os pequenos ferimentos não nos preocupam porque não nos afastam do trabalho, nem requerem internação. Isto é verdade desde que tomemos pequenas medidas para que a coisa não fique grave.

Quantos exemplos temos aqui para mostrar que aqueles pequenos ferimentos pode ser um princípio de problema sério (deixe a turma citar casos em família).

Existem milhares de casos em todo o Brasil em que pessoas não deram a devida importância daqueles pequenos ferimentos e que mais tarde teve uma perna amputada, um órgão extraído ou mesmo até a morte, porém tais casos não são divulgados.

Um jogador de futebol americano recebeu uma forte bloqueio de corpo no meio do campo Saiu do jogo sentindo-se muito bem e depois de algum tempo foi para casa. Ele morreu no dia seguinte por ter sido vítima de uma ruptura do baço.

Por mais estranho que possa parecer, algumas vezes uma pessoa pode até sofrer uma fratura sem que se perceba disto, negligenciando o caso.

Estes são apenas alguns dos motivos que nos levam a querer que você relate qualquer ferimento, qualquer pancada, qualquer queda recebidos em casa, no trabalho, na rua e receba o tratamento que deve ter o caso.

Provavelmente a unidade de saúde com alguns cuidados de primeiros socorros, deixará você novo num minuto, porém, não faça auto-medicação, achando que não precisa de tratamento porque não está se sentindo muito mal.

Um outro ponto. A menos que você seja bem treinado em primeiros socorros e que esteja autorizado a lidar com estes casos, não brinque de médico tratando outras pessoas, fazendo aplicações em pessoas que não estejam se sentindo bem. Você poderá provocar muito mais mal do que bem.

A Empresa possui uma assistência médica da melhor qualidade que pode oferecer uma proteção adequada para pequenos ferimentos.


Relate todos os ferimentos, pequenos ou grandes, no momento em que acontecem e faça o tratamento imediato com as pessoas que estão qualificadas para isto.

2 comentários:

  1. Bom Dia!

    ESSA INFORMAÇÃO PARECE SEM IMPORTÂNCIA, MAS É PRIMORDIAL PARA SALVAR VIDAS. PARABÉNS POR TER COLOCADO ESSA INFORMAÇÃO!

    Vou relatar um fato que aconteceu comigo em 1976.

    Os pequenos ferimentos são muito sérios. Quando eu tinha 11 anos de idade, estava varrendo o terreno da parte de trás da minha residência, esse terreno era de areia, e uma parte o chão era batido. Foi quando eu ralei a sola do pé. Deixei o que estava fazendo e fui lavar com água e sabão amarelo o local. Percebi que tinha somente arranhado a pele superficialmente. Lavei, sequei e calcei uma sandália, não fui mas varrer. Avisei a uma irmã e ela foi fazer o serviço por mim, mas brigando porque era só uma "besteira". Porém na escola a professora de ciências sempre estava falando sobre cuidados que devemos tomar com certas doenças ou ferimento, machucados etc. Ao longo da semana a parte afetada, foi inflamando e criando um bola de pus, eu continuava a ir para à escola, depois de sete dias, quando eu estava na aula, me senti mal, tonta, com febre. Pedi a professora para ir embora, ela viu que eu não estava bem e me liberou. Quando cheguei em casa foi que comecei a me sentir mal demais, cheguei a vomitar várias vezes, sentir tremores, uma dor de cabeça insuportável, suava frio, não conseguia comer nada. Fui dormir, estava sozinha em casa, pois todos os meus irmão estavam na escola. Á tarde o meu pai chegou, mas não me viu, pois estava no quarto dormindo, á noite levantei e não aguentei mais, disse ao meu para o que estava sentindo, ele viu que eu estava com muita febre e lhe mostrei a bolha de pus, o meu pé estava inchado, com a bolha cheia de pus e estava verde, tanto o pus quanto ao redor da bolha, não conseguia colocar o pé no chão. Meu pai me colocou no colo e me levou para o Hospital da Polícia. Chegando lá, o médico pediu uns exames e o enfermeiro fez o curativo no meu pé, nesse momento desmaie. Quando acordei no outro dia, o meu pé estava enfaixado, e o meu pai me disse que o enfermeiro tinha coletado mais sangue de mim para fazer outros exames, pois os exames anteriores deram alterados.Quando os resultados dos exames saíram, o médico foi falar com o meu pai, e disse que eu estava com a bactéria do tétano (Clostridium tetani). Então eu disse a eles que tinha ralado o pé no chão de casa. Foi quando o médico entrou com as principais medicações para combater a bactéria. Passei 3 meses internada, depois recebi alta e de 10 em 10 anos eu tomo os três reforços da vacina antitetânica.

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    Respostas
    1. Boa noite...
      Li sua história e em 2017 postarei para que todos saibam o verdadeiro valor da prevenção.
      Feliz Ano Novo à Você e aos seus Familiares...
      Obrigado pela visita...

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