17.6.16

ASFIXIA - SUFOCAÇÃO - Causas possíveis de asfixia - SINAIS E SINTOMAS - O QUE DEVE FAZER - Corpo estranho nas vias respiratórias - Numa criança pequena - No jovem - Adulto - O que não deve fazer - MANUAL DE PRIMEIROS SOCORROS - SITUAÇÕES DE URGÊNCIA EM CEI, EMEI E EMEF

ASFIXIA - SUFOCAÇÃO


Dificuldade respiratória que leva à falta de oxigênio no organismo.

As causas podem ser variadas, sendo a mais vulgar a obstrução das vias respiratórias por corpos estranhos (objetos de pequenas dimensões, alimentos mal mastigados, etc.).


Outras causas possíveis de asfixia são:

Ingestão de bebidas ferventes ou cáusticas, pesos em cima do peito ou costas, intoxicações diversas, paragem dos músculos respiratórios.


SINAIS E SINTOMAS

Conforme a gravidade da asfixia, podem ir desde um estado de agitação, lividez, dilatação das pupilas (olhos), respiração ruidosa e tosse, a um estado de inconsciência, com paragem respiratória e cianose (tonalidade azulada) da face e extremidades.

A situação é grave e requer intervenção imediata!


O QUE DEVE FAZER

Corpo estranho nas vias respiratórias



A. Numa criança pequena:

Abra-lhe a boca e tente extrair o corpo estranho, se este ainda estiver visível, usando o seu dedo indicador em gancho ou uma pinça, mas sempre com muito cuidado para não o empurrar! Caso não esteja visível, coloque a criança de cabeça para baixo e dê-lhe algumas pancadas a meio das costas, entre as omoplatas, com a mão aberta (figs. 5 e 6).



B. No jovem/adulto:

Coloque-se por trás da vítima e passe-lhe o braço em volta da cintura, feche a mão em punho e coloque-o logo acima do umbigo, cubra o punho com a outra mão e carregue para dentro e para cima, até 5 movimentos.

Repita a operação as vezes que forem necessárias até à saída do corpo estranho.

Se a respiração não se restabelecer e a vítima continuar cianosada (tonalidade azulada), inicie o Suporte Básico de Vida.


Logo que a respiração estiver restabelecida, ative o Serviço de Emergência Médica para o transporte da vítima para o Hospital.



O QUE NÃO DEVE FAZER


• Abandonar o asfixiado para pedir auxílio.


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