26.1.12

PQS 4k e 250k ( pequenos e grandes extintores)

Manipule se for capaz:

4 kilos



250 kilos

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Como trabalhar com polias ou roldanas na diminuição de força na tração manual


Mais figuras relacionadas com a postagem, consulte:
 http://www.feiradeciencias.com.br/sala06/06_RE03.asp
Polia ou roldana, consta de um disco de madeira ou de metal, que pode girar em torno de um eixo que passa por seu centro e é normal ao seu plano. Na periferia desse disco existe um sulco, denominado gola ou garganta, no qual passa uma corda ou cabo contornando-o parcialmente. O eixo é sustentado por uma peça em forma de U, denominada chapa, que lhe serve de mancais.
As polias, quanto aos modos de operação, classificam-se em fixas e móveis. Nas fixas os mancais de seus eixos (a chapa) permanecem em repouso em relação ao suporte onde foram fixados. Nas móveis tais mancais se movimentam juntamente com a carga que está sendo deslocada pela máquina. Cadernais etalhas são combinações de roldanas.

Na roldana fixa, numa das extremidades da corda aplica-se a força motriz F (aplicada, potente) e na outra, a resistência R, a carga a ser elevada. Na roldana móvel, uma das extremidades da corda é presa a um suporte fixo e na outra se aplica a força motriz F --- a resistência R é aplicada no eixo da polia (a carga é posta no gancho da chapa).

Na polia fixa a vantagem mecânica vale 1 (VM = bp/br = 1), sua função como máquina simples é apenas a de inverter o sentido da força aplicada, isto é, aplicamos uma força de cima para baixo numa das extremidades da corda e a polia transmite á carga, para levantá-la, uma força de baixo para cima. Isso é vantajoso, porque podemos aproveitar o nosso próprio peso (como um contrapeso) para cumprir a tarefa de levantar um corpo.


Equilíbrio das polias

I) Para qualquer efeito de cálculo a polia fixa comporta-se como alavanca interfixa de braços iguais (VM = 1)e a polia móvel (ramos paralelos) comporta-se como alavanca inter-resistente cujo braço da potência é o dobro do braço da resistência (VM = 2). É por isso que muitos autores não incluem as polias como máquina simples fundamental e sim como simples aplicações das alavancas.

II) Como na polia fixa tem-se VM = 1, disso decorre F = R e dp = dr Nenhum fator do trabalho é alterado; nada se ganha em força ou em deslocamento.

III) Na polia móvel com corda de ramos paralelos tem-se VM = 2, disso decorre F = R/2  e dp = 2.dr.  Os fatores do trabalho são alterados; ganha-se em força, mas perde-se em deslocamento.

IV) Na polia móvel com corda de ramos não paralelos (veja ilustração abaixo) tem-se VM = 2.cosa, onde aé a metade do ângulo entre os ramos da corda, disso decorre F = R/(2.cosa) e dp = 2.cosa.dr.

Nota: Pode-se converter esse caso de cordas inclinadas para o caso de cordas paralelas, decompondo-see N nos componentes F' = N' (paralelos a R) e F" = N" (perpendiculares a R).   Como  F' = N' = F.cosa , o equilíbrio vertical da polia será expresso por: F' + N' = R   ou  F.cosa + F.cosa = R   ou  2F.cosa = R ou, finalmente, F = R/(2.cosa).



Associações de polias

I) A polia móvel raramente é utilizada sozinha dado o inconveniente de ter que 'puxar' o ramo de potência da corda, 'para cima'. Normalmente vem combinada com uma polia fixa, conforme ilustramos abaixo. Para tal montagem tem-se F = R/2; VM = 2 dp = 2.dr. Note que, para a carga subir de "1 m" o operador deve puxar seu ramo de corda, para baixo, de "2 m". "Ganhou em força, perdeu em distância"!

II) Talha ExponencialO acréscimo sucessivo de polias móveis, como indicamos na seqüência abaixo, leva-nos á montagem de uma talha exponencial.

Na talha exponencial com uma polia fixa e duas móveis tem-se F = R/4 = R/22 ; com uma fixa e três móveis tem-se F = R/8 = R/23 e assim sucessivamente, de modo que para n polias móveis teremos: F = R/2n . No caso de uma fixa e três móveis, para que a carga suba de "1m", o operador tem que puxar sua extremidade de "8m". Observe: M3 sobe de 1m, M2 sobe de 2m, M1 sobe de 4m e a extremidade do operador desce 8m; 1 : 2 : 4 : 8 ou 20 : 21 : 22 : 23 . Repare, também, que estas serão a razões das velocidades e das acelerações.

III) Cadernal: Outro modo de aumentar a vantagem mecânica consiste na associação de várias polias fixas (num único bloco) com várias polias móveis (todas numa mesma chapa). A associação também é conhecida por moitão. Há várias configurações; eis algumas:

Para a talha de 4 polias (duas fixas + duas móveis) tem-se F = R/4, para a de 6 polias (três fixas e três móveis) tem-se F = R/6 etc. Tais montagens não têm tanta  vantagem mecânica como as correspondentes exponenciais, entretanto, são montagens mais compactas e se utilizam de uma única corda. Veja o cadernal de 5 polias. Nele a carga total está sendo suportada por 5 ramos de corda, cada uma aplicando força de 1/5 de R; como o operador sustenta apenas um desses ramos, tem-se F = (1/5)R.


Nota: Realmente a força potente F aplicada pelo operador deve contrabalançar não só a carga R senão também o peso das roldanas móveis e de suas chapas, além dos atritos. Em cadernais industriais pode-se desprezas esses pesos, por ser bem pequeno em confronto com R.


IVTalha diferencialÉ uma combinação de uma polia móvel com duas polias fixas, solidárias, de raios diferentes, todas ligadas por uma correia/corda 'sem fim'. Se as periferias das polias são 'denteadas', a correia é substituída por uma corrente sem fim.

A carga Q (ou força resistente R) é dividida (com boa aproximação) em duas metades Q/2 e Q/2 pela polia móvel. Uma delas, através da correia, atua sobre a pequena polia fixa, de raio r; a outra, atua sobre a grande, de raio R. Aplicando o teorema dos momentos (com pólo no centro das polias fixas) temos:
P.R + (Q/2).r = (Q/2).R
P = Q.(R - r)/2R


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Como fazer massagem Cardio-respiratória / Imagens






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Velozes e Furiosos

Falcao Peregrino - 350km h





Guepardo   -   110km 10 seg




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Três prédios desabam no Rio de Janeiro - Bombeiroswaldo... Rondas Preventivas 24h, onde todos os possíveis riscos de incidentes são detectados e eliminados instantâneamente. Contrate serviços de Bombeiro Civil e sinta-se seguro 24h

Como sempre digo:

Prevenção sempre!!!

Três prédios desabaram e um foi atingido parcialmente na região da Avenida Treze de Maio, no centro do Rio, na noite desta quarta-feira, 25-01-2012

O presidente da Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes do Conselho Regional de Engenharia (Crea) Luiz Antonio Cosenza, confirmou nesta quinta-feira, 26, que estavam sendo realizadas obras no terceiro e no nono andares do edifício Liberdade, na Avenida Treze de Maio, no centro do Rio de Janeiro. As paredes divisórias tinham sido retiradas recentemente e no local foi aberto um grande salão. "Estamos tentando descobrir se as obras tinham autorização. Dependendo do tipo de obra, pode ter havido comprometimento da estrutura do prédio. Mas é cedo para afirmar as causas", disse Cosenza.

O prédio desabou por volta de 20h30 de quarta-feira, 25, junto mais duas edificações, atingindo também um quarto edifício. Os edifícios tinham 20, 10 e quatro andares. O menor estava entre os outros dois.

Dano estrutural - Em entrevista ao jornal Bom dia Brasil, na manhã de hoje, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, comentou sobre as possíveis causas do desmoronamento. "Aparentemente não foi uma explosão, o desabamento pode ter acontecido por um dano estrutural em um dos prédios. Acredito que não tenha sido vazamento de gás", conclui.

Segundo ele, as causas do acidente ainda não foram esclarecidas. "A prioridade agora é o trabalho dos bombeiros em procurar as vítimas".

Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas - quatro homens e uma mulher - e 19 estão desaparecidas. Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro intensificaram nesta quinta-feira, 26, as buscas nos escombros. Quatro cães farejadores identificaram dois focos onde, possivelmente, existam soterrados. Por segurança, a área, que é bastante movimentada, está interditada desde a madrugada.

De acordo com as equipes do Corpo de Bombeiros que trabalham no local, o zelador de nome foi retirado com vida dos escombros e disse que, no momento do desabamento, apenas ele estava no prédio. Antes foram ouvidos três estalos, quase simultâneos, e quem passava na hora conseguiu correr.

Foi o caso do auxiliar de manutenção, Júlio César de Oliveira Brandão, 40 anos. “Após o terceiro estalo seguido, o prédio desabou. Caiu de uma vez. Houve muita fumaça que tomou conta de toda a região da Cinelândia. O prédio caiu de lado. A queda provocou um estouro e caiu”, disse.

O servidor público Aloísio Pereira, de 41 anos idade, também passava na hora do desmoronamento. Segundo ele, “a queda foi rápida, com um estrondo muito forte, e muita fumaça tomou conta da área”.

Sobreviventes - O Hospital Estadual Getúlio Vargas atendeu durante a noite de quarta-feita, 25, a paciente M.M., 48 anos, que chegou por conta própria, com relato de queda ao solo após desabamento do prédio da Rua Treze de Maio, no Centro. A paciente apresentou escoriações superficiais e ficou sob avaliação, mas era bom o estado geral e ela recebeu alta. Segundo o hospital, a mulher estava com a roupa coberta de pó, disse que trabalha em um prédio em frente ao local do acidente e que optou por ir ao HEGV por ser mais próximo de sua casa.Entre os desaparecidos está o analista de sistemas Marcelo Rebelo, que faz um curso de informática três vezes por semana em um dos prédios que desabou e ontem não voltou para casa. A mulher do analista tentou falar com ele pelo celular, mas o aparelho está fora de área.

Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros do Rio, coronel Sérgio Simões, é muito pequena a possibilidade de haver sobreviventes. "Somente se algum bolsão de ar se formou durante a queda", disse.

Para atender às famílias, foram montados dois núcleos de atendimento - um na Câmara Municipal do Rio e outro em uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF). Os dois locais estão próximos aos prédios que desabaram. Os atendimentos são feitos por funcionários da Defesa Civil e a prefeitura.

Entre as cinco pessoas feridas, três foram socorridas por meio próprio e outras duas foram retiradas dos escombros pelos bombeiros e levadas para o Hospital Municipal Souza Aguiar. Uma mulher de 30 anos com ferimento na cabeça foi encaminhada para o centro cirúrgico do hospital. Um homem de 37 anos teve trauma abdominal e está em observação. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, ele teve outros ferimentos leves e está lúcido.

Entre os feridos estaria também o zelador do prédio de dez andares e um operário que trabalhava na obra do prédio de 18 pavimentos, que estava dentro do elevador. Segundo a Defesa civil, alguns dos feridos já receberam alta.

A Secretaria de Saúde do Estado disse ter colocado todos os hospitais em alerta para receber possíveis vítimas. As unidades de socorro mais próximas são as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Tijuca e Botafogo e o Hospital Souza Aguiar.

Entre os 60 bombeiros, de quatro quartéis da cidade, que estão realizando os trabalhos de buscas e resgates de vítimas, vários deles atuaram no trabalho de resgate das vítimas do terremoto que atingiu o Haiti.

A Light informou que uma equipe está no local para desligar a energia nos arredores do prédio para evitar incêndios. O pedido foi feito pela prefeitura. Testemunhas relataram um forte cheiro de gás na região.

Vários carros que estavam estacionados na região ficaram cobertos de poeira em decorrência dos escombros. Edifícios localizados em volta dos prédios desabados também ficaram encobertos, como o prédio no qual funcionava uma agência do Banco Itaú e uma padaria. Nas proximidades também fica o tradicional Bar Amarelinho, que reúne políticos, artistas e jornalistas há décadas.

Metrô - Em entrevista coletiva, no início da madrugada desta quinta-feira, 26, na região onde ocorreu o desabamento de três prédios, no centro do Rio, o prefeito carioca Eduardo Paes afirmou que, de acordo com o presidente do Metrô, nenhuma das estações localizadas naquele trecho da cidade sofreu qualquer tipo de abalo estrutural e toda a malha metroviária da capital fluminense funcionará normalmente nesta quinta-feira. "O presidente do Metrô já esteve aqui e garantiu que o metrô funcionará normalmente", disse.

Momentos após o desabamento, foram fechadas as estações Presidente Vargas, Uruguaiana, Carioca e Cinelândia do Metrô-Rio. Por isso, a linha 1 chegou a operar de Ipanema/General Osório a Glória e de Saens Peña a Central e a linha 2 opera de Pavuna a Estácio. As linhas de ônibus 180 e 184, que passam pelo metrô do Largo do Machado até a Central, estão sendo reforçadas por causa do fechamento das estações do metrô. Segundo a prefeitura, as estações do metrô abriram ás 5 horas de hoje, e as estações da região central da cidade funcionam normalmente.

Dois fiscais do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-RJ) acompanham os trabalhos das equipes que estão no local com o objetivo de buscar as primeiras informações para detectar as causas do desabamento do edifício. Na manhã desta quinta, o presidente da Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes (CAPA), Luiz Antonio Cosenza, estará no local para dar prosseguimento aos trabalhos.

Interdições - Para permitir o trabalho das equipes da Prefeitura do Rio e dos Bombeiros no local do desabamento, estão interditados os seguintes trechos: Avenida Treze de Maio, Avenida Almirante Barroso entre Avenida Rio Branco e Senador Dantas.

A Rua Senador Dantas vai funcionar com mão invertida entre Avenida Almirante Barroso e Evaristo da Veiga. Para esta operação, agentes de trânsito trabalharão nos bloqueios com apoio de 10 painéis informativos. Veículos procedentes da Cruz Vermelha e da Avenida República do Chile deverão seguir pela Rua Senador Dantas que estará com a mão invertida. Por conta do trabalho das equipes, não será permitido o acesso aos prédios da Avenida Treze de Maio. A via continuará fechada para carros e pedestres.



A Prefeitura do Rio reforçou o efetivo na região onde três prédios desabaram. Cerca de 200 homens da CET-Rio e da Guarda Municipal estão nas ruas orientando o trânsito no entorno do desmoronamento.

A CET-Rio também posicionou dez reboques na região e dez painéis em diferentes pontos da cidade. A Rioluz dá apoio com 20 homens, três caminhões do tipo cesto, geradores, equipamentos de segurança e iluminação. A Seconserva atua com 30 homens, 10 caminhões e duas escavadeiras.

A Comlurb conta com 30 homens, 10 caminhões e duas pás mecânicas. A Secretaria Municipal de Obras disponibilizou três escavadeiras hidráulicas, um guindaste de cem toneladas, duas tesouras mecânicas e um rompedor pneumático. A Secretaria de Ordem Pública patrulha a área com seis equipes de controle urbano, enquanto a Secretaria de Assistência Social atua com 20 profissionais.

O médico anestesiologista do Hospital dos Servidores do Estado |(HSE), José Antonio Diniz, mora nas proximidades da Cinelândia. Ao saber do desabamento pela televisão, foi de moto para o local, e apresentou-se como voluntário. Ele ajudou a retirar dos escombros o zelador de um dos prédios, identificado apenas como Marcelo, que aparentemente estava bem e deu informações importantes sobre a logística do prédio. Segundo o médico, o zelador declarou que apenas ele estava no edifício.

José Diniz disse ainda que chegou ao local praticamente junto com as equipes do Corpo de Bombeiros. “Há escombros em uma altura de 30 metros e ainda há fumaça no local. O prédio tem dois elevadores e os bombeiros concentraram as buscas por vítimas nas áreas próximas ao elevadores”, declarou. 



Ceg não fornecia gás para prédios que desabaram no Rio

A Companhia Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro (CEG) não fornecia gás para nenhum dos três prédios que desabaram ontem à noite, no Centro do Rio, segundo nota divulgada pela empresa. Ainda de acordo com a nota, não há registro de pedido de vistoria para esses prédios.

O fornecimento de gás para as ruas localizadas no entorno dos prédios permanece interrompido, por medida de segurança, conforme solicitação da Defesa Civil e Prefeitura

Fotos:


































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Rondas Preventivas 24h, onde todos os possíveis riscos de incidentes são detectados e eliminados instantâneamente. Contrate serviços de Bombeiro Civil e sinta-se seguro 24h.

Sinalização utilizadas nos serviços executados com pontes rolantes









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19.1.12

100 ítens prevencionistas em Trabalhos com Ponte Rolante


Critérios de segurança nas operações com ponte rolante


São muitas as situações de risco nas operações com pontes rolante, que devem ser do conhecimento de todas as pessoas envolvidas na área .As normas de segurança devem ser seguidas pelo bom operador e copiadas pelos auxiliares , supervisores e todas as pessoas envolvidas.A seguir encontram-se algumas delas


1- Procure chegar na área pouco antes do início de seu turno.
2- Faça rápida inspeção visual das situações gerais.
3- Procure o operador que deixou o turno para um breve diálogo.
4- Informe-se sobre as condições da máquina que irá operar.
5- Verifique as fichas de entrada e saída da ponte.
6- Faça a leitura da ficha de saída deixada pelo operador anterior.
7- Procure contratar seu supervisor.
8- Verifique se o barramento está ligado.
9- Aguarde autorização da supervisão para iniciar a jornada.
10- Faça uma inspeção visual ao longo do barramento,certificando-se da inexistência de algo ou alguém na área de movimento da ponte e do carro.
11- Inspecione a caixa de comando da botoeira.
12- Em ponte com cabine, faça inspeção visual na escada de acesso.
13- Use a escada normal de acesso á cabine de comando.
14- Inspecione a cabine de comandos.
15- Inspecione os acessórios dispostos na máquina (cabos,correntes,cintas,etc.).
16- Inspecione as condições gerais de limpeza.
17- Inspecione o maquinário e painéis de comandos.
18- Posicione-se na cabine para o comando das operações de forma a facilitar o acesso ao painel e movimentar melhor os componentes.
19- Ligue a chave geral da cabine de comando da ponte.
20- Ligue a chave geral botoeira.
21- Ligue o interruptor de contadores do painel de comando e teste os movimentos do guincho e trole.
22- Teste o sistema de freios.
23- Teste e inspecione os pantógrafos e sapatas.
24- Verifique a situação e o espaçamento dos pára-choques.
25- Verifique a situação das rodas.
26- Inspecione a situação da trave e do passadiço.
27- Inspecione as guias do sistema de guincho da botoeira.
28- Confira a posição da prancheta de anotações.
29- Verifique a situação do batente do barramento.
30- Inspecione a existência de trincas de soldas na estruturas geral.
31- Sincronize-se com o sinaleiro ,receba-o bem e colabore com todos do piso.
32- Comunique imediatamente à supervisão qualquer anormalidade encontrada.
33- Conheça, divulgue e pratique o uso de sinalização convencional com o pessoal do piso, em especial o sinaleiro.
34- Conheça e integre-se no sistema de movimentação da área em atividade.
35- Se houver dúvidas sobre as atividades a cumprir, pergunte à supervisão ou a quem conheça a área.
36- Só efetue comunicações necessárias ou prioritárias por escrito usando cópias para arquivo.
37- Colabore sempre e procure colaboradores para suar jornadas.
38- Conscientize-se da localização para içamento e arriamento de cargas em movimentos.
39- Teste sinalização de emergêcia.
40- Analise a maneira melhor e mais segura para mover cargas.
41- Antes de efetuar o içamento da carga , faça uma verificação confirmando se o sistema de guincho comporta tal peso.
42- Procure deslocar a carga, sempre que possível, o mais próximo do piso (um metro aproximadamente).
43- Todas as cargas devem ser acomodadas no local determinado e de modo suave, fácil de serem removidas,com segurança, sem riscos de quedas.
44- Só faça içamento da carga se o gancho e o cabo de aço estiverem no prumo com o sistema de guincho.
45- Ao levantar uma carga, por mais leve que seja, faça-o sempre de modo suave, sem brusquidão .
46- Verifique a disposição da escada de emergência, se está correta e segura, e teste-a.
47- Não suba para a ponte se não estiver bem de saúde.
48- Não pratique reversão no mecanismo tradicionário da ponte , mesmo que seja para teste.
49- Não pratique qualquer movimento da ponte se houver alguma pessoa na sua faixa operacional.
50- Caso o sistema de alimentação elétrica do barramento esteja bloqueado por alguma motivo, só o energize depois de informa-se da razão.
51- Faça movimentos completos nos cursos da ponte e do trole sobre o caminho de rolamento para inspecionar os trilhos, prisioneiros dos dormentes e faces de apoio da base da estrutura e da edificação.
52- Verifique a situação do varal da guia e prumo do comando da botoeira.
53- Trabalhos com botoeiras sé se completam com o uso dos EPI específicos e necessários a cada caso.
54- Para acomodar cargas sobre carroçarias, mezaninos,cavaletes,dispositivos, faça operações lentas e seguras.
55- Pare totalmente de operar a máquina se alguém do piso estiver gritando para lhe chamar a atenção.
56- Acompanhe as revisões ou manutenções da máquina.
57- Evite conflitos com o pessoal do piso.
58- É dever do ponteiro manter sincronismo com sinaleiro na mesma linguagem.
59- Não pratique, não aceite, não permita, não acompanhe outras pessoas leigas ou não autorizadas ao trabalho na ponte.
60- Acompanhe, alerte e insista na programação prevista para revisões coordenadas da máquina. Cobre a manutenção da acessória técnica ou da supervisão.
61- Cabos, correntes, cordas, cintas, argolas com problemas ou suspeitas exigem manutenção e testes indicados pelo fabricante.
62- Todos os acessórios intermediários entre a ponte e a carga são obrigatoriamente inspecionados e testados periodicamente.
63- Nunca exceda o peso máximo indicado na própria unidade
64- Cargas delicadas, perigosas, acabadas ou de riscos devem receber operações específicas que devem ser praticadas pelo operador.
65- O sinaleiro tem por obrigação conhecer e praticar todas as regras de segurança e normas específicas.
66- Ponte rolante guindaste é máquina com riscos de acidentes fatais e grandes perdas.Por isso mesmo,são condicionadas a certas condições, que são fornecidas após testes de segurança técnica.
67- Nunca improvise nas operações da ponte rolante.
68- Procure a colaboração da supervisão e colabore com ela.
69- Mantenha seu supervisor informado das condições reais da máquina.
70- Não faça refeições nem use aparelhos de som quando postado na cabine de seu comando. Não se destraia.
71- Siga rigorosamente as instruções regulamentares da área.
72- É da responsabilidade do operador responder pela máquina em uso durante seu turno de trabalho.
73- No caso de os imantadores desarmarem-se,não volte a armá-los, pois há indício de problemas da manutenção elétrica.
74- Mesmo que seja do conhecimento do operador, manutenção da máquina só poderá ser realizada pela assistência técnica responsável.
75- Se a máquina não oferecer condições de trabalho, não assuma responsabilidades, a não ser autorizado por escrito pelo supervisor de maior hierarquia.
76- Verifique a situação de cada extintor de incêndio instalado na máquina e procure conhecê-los tecnicamente para poder utilizá-los em emergências .
77- Faça contatos constantes com o pessoal da segurança industrial e patrimonial, procurando informa-se sobre as novidades recentes.
78- Só eleve a carga quando estiver pendurada bem presa ao sistema de guinchos e em total segurança.
79- O içamento da carga só pode ser efetuado quando o sinaleiro estiver afastado, pelo menos, um metro de distância.
80- Nunca deixe a carga suspensa pela ponte ao sair (troca de horário, almoço ou outras situações).
81- Mantenha-se atento à carga em movimento,caso tenha perdido a visão do sinaleiro.
82- Os sinais convencionais usados em trabalhos com ponte rolante guindaste são oficiais e devem ser aplicados por uma só pessoa. Não aceite sinais de outra pessoa, mesmo que tenha nível de supervisão.
83- Não opere a ponte rolante sozinho, antes de ser liberado oficialmente da fase de treinamento com o operador prático.
84- Na área de atuação da ponte rolante não é permitida a movimentação de veículos como empilhadeira,caminhão,trator,etc.Se necessário, esses veículos devem se movimentar em corredores desmarcados.
85- Evite saídas e paradas bruscas , pois causam danos às rodas, trilhos,redutores,estruturas,alinhamento e edificação.
86- Em trabalhos com ponte rolante guindaste instalada acima de 8 metros do solo, a aplicação as sinalização deve ser sincronizada precisamente, entre operador e sinaleiro.
87- Em trabalhos em ares abertas, esteja atento para as intempéries: proteja a carga e a si próprio.
88- Não dificulte nem abandone as revisões previstas e regulamentadas nos programas de manutenção preventiva.
89-Manuseie a ponte da botoeira posicionando-se sempre defronte à caixa de comando.
90- Ao operar a ponte rolante de botoeira, não ande de costas nos corredores e nem se posicione na frente da carga.
91-Em pontes de botoeiras, ao iniciar as operações, certifique-se de que as indicações dos botões correspondem aos movimentos marcados na simbologia do comando.
92- Nas pontes de botoeira a circulação do operador deve ser corredores adequados e seguros.
93-O operador deve ser elemento conhecedor, preparado e autorizado para avaliar operacionalmente o profissional, a área, a máquina e a carga envolvidos na jornada.
94- Poderá ocorrer o bloqueio dos botões de comando nas guias de contatos; fique atento à chave geral.
95- Ao remover cargas, utilize equipamentos de segurança adequados.
96- Ao utilizar-se do eletroímã, a carga deve ser movida o mais próximo possível do solo; esteja atento à alimentação elétrica, pois sem energia o equipamento não funcionará e a carga cairá.
97- Cabos para sustentação e transporte de cargas devem ser adotados de chumbada ou sapatilhada protetora de extremos .
98- A ponte rolante deve receber lubrificação geral semanalmente, para manutenção .
99- Programe uma previsão diária das operações no setor e preencha sempre os relatórios de entrada e saída da ponte.
100- Observe sempre as normas de segurança, para sua proteção e a do equipamento.



Bombeiroswaldo...

16.1.12

Bombeiro Civil - Responsabilidade dos Brigadistas no Posto de Trabalho

Brigadista

É de responsabilidade integral do Brigadista, a coordenação e ação no controle da população existente em seu andar de trabalho, pois quando houver o PALT - Abandono do Local de Trabalho, em casos emergenciais, onde a descida deve ser cadenciada e organizada até o local do PONTO DE ENCONTRO.


Bombeiroswaldo...

Bombeiro Civil - Balancete da População do Posto de Trabalho


Esse balancete é utilizado em caso de PALT.


















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Bombeiro Civil - Chek-List dos Materiais de Apoio da Base do Posto de Trabalho


Bombeiroswaldo...

Bombeiro Civil - Planilha de Controle Populacional dos extintores lotados no Posto de Trabalho


Bombeiroswaldo...

Bombeiro Civil - Planilha de Controle dos Hidrantes e Sprinklers instalados no Posto de Trabalho


Bombeiroswaldo...

Bombeiro Civil - Planilha de Controle de Manutenção nos Elevadores
















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Bombeiro Civil - Cobrança de E.P.I. e E.P.C. na execução de serviços no Posto de Trabalho

F - Fixo
M - Móvel
E - Esporádico


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Bombeiro Civil - Planilha de Acompanhamento de Serviço

É de responsabilidade exclusiva do Bombeiro o acompanhamento de qualquer tipo de serviço à ser executado no Posto de Trabalho, onde é verificado a ordem de serviço, autorizante, nome do funcionário que executará o serviço e auxiliares, confere-se as ferramentas e a qualidade dos E.P.I. e E.P.C.
Acompanha-se o serviço inicialmente e dependendo do risco e o tempo de execução, fica no local ou se ausenta, e nas rondas verifica-se o andamento, pois na finalização é necessário informar  contratante do serviço sobre o término e se pode liberar o executante.

Preencha a Planilha de forma correta, se algum ítem faltar, aborte o serviço. Você tem o poder de fazê-lo.


Bombeiroswaldo...

Bombeiro Civil - Planilha de Ronda Diária

Essa planilha de Ronda Diária (modelo), visa única e exclusivamente a PREVENÇÃO no Posto de Trabalho, garantindo assim a rotina normal dos Funcionários e Transeunte que frequentam o local.

Essa planilha deve ser preenchida quando em ronda, se verificada alguma alteração, já na Base, faz-se um Relatório referente a alteração encontrada e passa para os Responsáveis direto que efetuaram a manutenção ou providências para a normalização da situação exposta.


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Bombeiro Civil - Gráficos Caixa d´água, uso livre e reserva de incêndio - População dos Extintores e Mangueiras

Entendendo como funciona os gráficos e suas utilizações.


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Bombeiro Civil - Mapa de E.C.I. e E.P.C. do Posto de Trabalho
























Bombeiroswaldo...

Bombeiro Civil - Levantamento de todos os Pontos críticos e de Apoio que há no Posto de Trabalho

O Trabalho do Bombeiro Civil é moleza!!!
Errado.
É dureza, pois exige do Profissional atenção constante, pois à qualquer momento ele pode ser acionado, visto que o elevador pode parar, alguém desmaiar ou a energia faltar, etc.
São acontecimentos que precisam de resposta instantânea que o Bombeiro Civil resolve em segundos.


Bombeiroswaldo...

Navio costa concordia - Imagem - Bombeiroswaldo

Você no Local errado, na Hora errada...

Um Navio projetado para aproximadamente 5.000 pessoas, encalha próximo à uma Ilha, tomba suavemente lateralmente e informam que há apenas 6 pessoas mortas.
Olhem, 6 pessoas mortas, são apenas 10% dos parentes das vítimas ao saber da tragédia.
Imaginem 4.000, ou 5.000 pessoas vendo o piso inclinar, mobílias deslocando-se de encontro aos mesmo, passagem estreita, água salgada...
Você no local errado, na hora errada, passa a ser simplesmente números, ali você perde identidade e a dignidade e isso não tem preço, pois com um pouco de sorte você pode se safar e retornar ao lar de diversas formas... Mas o trauma fica.
Nunca podemos afirmar que um incidente simples não transforme num acidente, talvez fatal...






Bombeiroswaldo...

Bombeiro Civil - Preocupações diretas no Posto de Trabalho

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A área de atuação do Bombeiro Civil Profissional é exclusivamente interna.
Isso diz que sua responsabilidade vai até a divisa que está demarcado, ( Posto de Serviço / Calçada / Rua ), no entanto o Bombeiro Civil responde apenas pelo Posto de Serviço.


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