23.10.11

Família de cozinheiro morto em explosão no Rio vai processar dono de restaurante

Filho dele prestou depoimento e pegou cópia de boletim de ocorrência


Peritos já terminaram trabalho e investigação sobre tragédia está perto do fim, diz polícia


A família do cozinheiro Severino Antônio Tavares, morto na explosão do restaurante Filé Carioca, no centro do Rio, na semana passada, vai processar o dono do estabelecimento. O filho do chefe de cozinha esteve nesta quinta-feira (20) na 5ª Delegacia de Polícia (Mem de Sá) para pegar uma cópia do boletim de ocorrência da explosão e o delegado Antonio Bonfim, que investiga o caso, aproveitou para colher seu depoimento.
Anderson Santiago Tavares disse que estão querendo responsabilizar o pai pelo acidente e, por diversas vezes, ele teria avisado o gerente do restaurante sobre vazamentos de gás no estabelecimento. 

- Como meu pai poderia ter culpa se ele era apenas um cozinheiro e não técnico de gás? Somente Deus para fazer justiça.
A hipótese de Severino ter acendido um cigarro na cozinha chegou a ser levantada como estopim para a explosão. Isto porque o jornaleiro Jorge Luiz Rosa Leal, que trabalha próximo ao edifício, prestou depoimento e falou que o cozinheiro foi o primeiro a chegar no local do acidente. Segundo ele, o homem havia comprado cigarros na banca de jornais um pouco antes de entrar no prédio.
Na quarta-feira (19) morreu a quarta vítima da explosão. José Roberto Faria, de 28 anos, foi enterrado na tarde desta quinta-feira, no cemitério São João Batista, em Botafogo, zona sul do Rio. O acidente deixou outras 16 pessoas feridas. Um homem e uma mulher permanecem internados em estado grave.
José Roberto, que morreu na quarta-feira, ficou internado durante sete dias no hospital Souza Aguiar, também no centro. Desde o dia da explosão, ele era considerado pelos médicos como a vítima em estado mais grave.
A investigação sobre o incidente está perto do fim, segundo a polícia. Bonfim disse que a parte técnica foi encerrada na terça-feira (18), após o depoimento dos engenheiros responsáveis pela limpeza dos entulhos no local da explosão.
O dono do restaurante, Carlos Rogério Amaral, prestou depoimento na segunda-feira (17) e disse não saber que era proibido utilizar cilindros de gás no edifício Riqueza, onde funcionava o estabelecimento, na praça Tiradentes.
A polícia não tem mais dúvidas de que a explosão foi causada pela concentração de gás no subsolo. A combustão teria sido causada quando um interruptor de luz foi ligado e não pelo cigarro.

Nota do Bombeiroswaldo:
Anderson, procure um Advogado à altura desse caso, pois consigo encontrar no mínimo seis réus diretos e no mínimo 30 indiretos.
Veja...
Se o estabelecimento ficou fechado no feriado, pense no número de pessoas que ao passar defronte ao restaurante, não notou ou sentiu forte odor de gás... Isso... Omissão, todos omitiram-se, inclusive esse jornaleiro que diz que seu Pai comprou cigarros, esse é o primeiro a aprender a ficar de boca fechada, e sim utilizar os dedos para acionar 190 e 193 para providências cabíveis.
Porisso, repense, o proprietário tem sim uma parte da culpa, mas não é a maior não...
Advogado BOM... Procure, e não se esqueça da mídia se preciso, utilize-a.
  
Bombeiroswaldo...

Explosão no restaurante Filé Carioca. De quem é a culpa???

Vamos começar pelo começo...

Dono de restaurante chega chorando para depôr em delegacia;
Dono alega que a culpa é da Empresa distribuidora do gás;
Peritos retiram cilindros de gás em restaurante que explodiu;
Restaurante não tinha autorização para usar gás;
Contador passou no local na hora da explosão e se salvou;
Segundo o delegado Antônio Bonfim, da 5ª DP (Lapa), o dono do restaurante reafirmou que desconhecia que a empresa funcionava com alvará provisório desde sua inauguração, em 2008.

De acordo com o empresário, um contador foi responsável pelas cinco renovações do documento que permitia o funcionamento do restaurante. Ele poderá responder por homicídio culposo (quando não há intenção de matar), (resumindo, foi sem querer, querendo...).

Parece que o culpado de tudo é................................................... Incrívelmente o  CONTADOR.


POR ISSO ASSIMILEM SEMPRE!
PREVENÇÃO NÃO É TUDO,
MAS SIM, O INÍCIO DE TUDO...


Mais uma vez roxo de indignação.

Bombeiroswaldo...

Essa causa não vai ser ganha no tapetão, nem no grito, mas sim no choro... Estou até comovido diante dessa imagem.

Morreu a quarta vítima da explosão no restaurante Filé Carioca

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informou na tarde desta quarta-feira (19) que morreu a quarta vítima da explosão no restaurante Filé Carioca, no centro, ocorrida na última quinta-feira (13).
José Roberto da Silva Faria, que era funcionário do restaurante, tinha 28 anos. Ele estava internado no Hospital Souza Aguiar, no centro.
Outras duas pessoas ainda permanecem internadas estado grave. Ao todo, quatro pessoas morreram e 17 ficaram feridas.

Bombeiroswaldo...

Feridos e Internados, vítimas do Restaurante Filé Carioca

Dos 17 feridos, 11 tiveram ferimentos leves e receberam alta. Três foram medicados e estão em observação e três estão internados em estado grave. Uma das vítimas em estado grave foi identificada como Daniele Cristina Pereira, de 18 anos. Ela está internada no Hospital Municipal Souza Aguiar com traumatismo no tórax e fraturas nos membros. Segundo o marido da jovem, o vigia Edvaldo Santos da Silva, sua mulher trabalhava no restaurante havia duas semanas.

"Por volta das 7h, nos falamos por telefone e ela me disse que não tinha conseguido entrar no trabalho porque estavam checando um vazamento de gás. Dois minutos depois, recebi um novo telefonema informando que ela estava ferida. Nem acreditei porque tinha acabado de falar com ela".


Bombeiroswaldo...

Explosão no restaurante Filé Carioca, depoimentos:

Diversos destroços ficaram espalhados pela rua após a explosão do restaurante, José de Castro tomava café em bar do outro lado da rua quando ouviu a explosão. “Foi horrível, vi pessoas sendo arremessadas até a Praça Tiradentes. A sorte é que o sinal estava fechado e não estavam passando ônibus nem carros, senão a destruição seria maior”, disse.

O paisagista Jorge Rodrigues iria hoje ao restaurante para realizar uma decoração no estabelecimento. Antes disso, parou em um bar próximo para beber um café. "Fui salvo por um café que custou R$ 1,10. No momento da explosão, senti um forte abalo vindo do chão", relatou.


Bombeiroswaldo...

Restaurante Filé Carioca, depoimento do Proprietário, Sr. Carlos Rogério do Amaral.


O empresário Carlos Rogério do Amaral, dono do restaurante Filé Carioca, que funcionava no centro do Rio de Janeiro e explodiu na última quinta-feira (13), prestou depoimento nesta segunda-feira (17) à Polícia Civil durante mais de três horas. Ele culpou a SHV, que era responsável pela distribuição de gás, pela explosão dos botijões em seu estabelecimento.
A explosão matou três pessoas e deixou 17 feridos. Quatro vítimas continuam internadas, três delas em estado grave.
 Segundo o delegado Antônio Bonfim, da 5ª DP (Lapa), o dono do restaurante reafirmou que desconhecia que a empresa funcionava com alvará provisório desde sua inauguração, em 2008. Segundo Amaral, um contador foi responsável pelas cinco renovações do documento que permitia o funcionamento do restaurante.
Um representante comercial da SHV, que preferiu não se identificar, informou que a firma é apenas uma distribuidora de gás e não monta botijões ou cilindros em estabelecimento comerciais.
"Ele adotou a estratégia de diluir a responsabilidade", disse Bonfim. Segundo ele, o empresário não soube esclarecer o motivo da explosão, mas apontou que funcionários costumavam fumar dentro da área reservada aos botijões, no subsolo.
Chorando
Amaral chegou à 5ª DP (Lapa) chorando, acompanhado por seu advogado, e não falou com a imprensa. Às 19h05, após depor durante três horas e meia, ele deixou a delegacia calado e foi escoltado até o próprio carro por seis policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
O acidente ocorreu no início da manhã da última quinta-feira, após um feriado em que o restaurante permaneceu fechado. Segundo a polícia, provavelmente o gás vazou e se acumulou durante todo o dia anterior e, quando os primeiros funcionários chegaram para começar o trabalho na quinta-feira, uma faísca ou um cigarro provocaram a explosão.
Ontem, seis cilindros de gás de 45 kg cada foram retirados dos escombros do restaurante. O material já foi encaminhado à perícia e, segundo a polícia, foi encontrado perto do vestiário dos funcionários.





Bombeiroswaldo...

Explosão no Restaurante Filé Carioca deixa mortos e feridos no centro do Rio de Janeiro

Há suspeita de vazamento de gás. 
O motivo do incidente, no entanto, ainda não foi confirmado.
Fachada de prédio ficou danificada após a explosão do restaurante, três pessoas morreram e pelo menos outras 17 ficaram feridas em uma explosão ocorrida na manhã desta quinta-feira (13-10-11) em um restaurante localizado no centro do Rio de Janeiro. Ainda não há confirmação sobre as causas do incidente.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, duas vítimas fatais eram funcionárias do restaurante Filé Carioca e a terceira era um pedestre. Testemunhas que estavam no local após a explosão relataram que havia um forte cheiro de gás na região. A hipótese de vazamento de gás, no entanto, ainda não foi confirmada pelas autoridades.

Funcionários da Companhia Estadual de Gás (CEG) realizaram uma vistoria no estabelecimento destruído, mas o restaurante não utilizava gás encanado e, sim, botijões. Um laudo preliminar deve ser divulgado em 48 horas.

Na quarta-feira (12), por conta do feriado de Nossa Senhora Aparecida, o estabelecimento ficou fechado. Isso pode ter causado um acúmulo de gás no restaurante, caso o vazamento seja confirmado.

Clique na imagem para ampliar

 ANTES...  

 DEPOIS...
  

Cenário da destruição




O restaurante estava localizado no térreo de um prédio de 13 pavimentos que abriga residências e estabelecimentos comerciais, situado próximo à esquina das ruas da Carioca e Visconde de Rio Branco, na altura da Praça Tiradentes. Os corpos das vítimas fatais foram arremessados por cerca de 40 metros, após explosão.

Devido ao incidente, a fachada do edifício ficou muito danificada e diversos destroços foram espalhados pela região. O trânsito teve que ser interditado nas ruas da Carioca, Assembléia e Visconde de Rio Branco.

Dezesseis feridos foram levados para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro do Rio, e um para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, zona sul. Três vítimas estão internadas em estado grave, com lesões no tórax, oculares e traumatismo craniano.


Bombeiroswaldo...

17.10.11

Espaço Confinado - Direitos do Trabalhador - Entrada Segura - Trabalho Seguro - Cartilha - Manual - Livreto

 


































Bombeiroswaldo...

CASOS DE ACIDENTES EM ESPAÇO CONFINADO DE 1993 À 2001

24.01.2001 – Petroquímica Vazamento de gás matou 2 operários por inalação de gás.

20.01.2001 – Saneamento – Dois funcionários e um terceiro homem que tentou salvá-los morreram em acidente de trabalho em uma estação elevatória de esgoto. Eles realizavam trabalhos de desobstrução no equipamento quando, por motivos ignorados, começaram a se afogar no meio do esgoto. Os gritos de socorro atraíram a atenção de pessoas que passavam pelo local, entre elas, um pedestre, que entrou na estação para resgatar os funcionários que também morreu.

29.12.2000 – Telecomunicações - Vazamento de gás seguido de incêndio possivelmente causado por curto-circuito de uma instalação subterrânea, causou uma explosão em uma área abastecida com gás manufaturado. A tampa do bueiro chegou a ser lançada a cerca de 5 metros de distância.

06.10.2000 – Telecomunicações – Explosão em bueiro atingiu uma Sra., grávida de 3 meses, quando ela seguia a caminho do trabalho. Ela foi suspensa no ar e sentiu uma forte pancada na perna. Foi ajudada por seu marido, que a segurou. A tampa da grelha de ventilação da câmara subterrânea foi lançada do chão porque o curto-circuito no equipamento de distribuição de energia da rede causou um deslocamento de ar.

17.09.2000 – São Paulo – Moradores da estrada Dom João Nery, no Itaim Paulista passaram mal ontem por causa da fumaça provocada por lixo químico queimado. O forte cheiro fez com que eles setissem dores de cabeça, ardência nos olhos, garganta seca e enjôo.

08.08.2000 – Rio de Janeiro – Uma falha ocorrida quando 22 mil litros de solvente utilizado na fabricação de tintas eram descarregados por um caminhão num tanque, pode ter sido a causa do incêndio que destruiu em 07.08 parte de uma indústria de produtos químicos. Duas pessoas morreram carbonizadas.

20.07.2000 – Telecomunicações – Mais um bueiro explodiu na cidade. A tampa foi projetada por cerca de 2 metros e um forte cheiro de gás invadiu os apartamentos.

17.07.2000 – Rio de Janeiro - Um casal de namorados morreu intoxicado por gás no banheiro de um apartamento em Copacabana. As vítimas são Marivalda da Costa Esteves (23) e José Alexandre Filho (28).

17.07.2000 – Telecomunicações - Quinze moradores da Rua das Laranjeiras passaram a madrugada de 16.07 enfrentando frio e chuva. Tudo por causa do susto que levaram às 0h30, quando 4 tampas de bueiros da foram arremessadas para o alto após explosão. O cheiro de gás levaram os técnicos a concluírem que houve vazamento. O gás acumulado na tubulação teria explodido após curto-circuito na fiação elétrica. Os moradores temiam incêndio e novas explosões.

06.07.2000 – Telecomunicações - Explosão de 3 bueiros com deslocamento de suas tampas, fere Eliane Dayse de Araújo (36). Ela sofreu queimaduras de 2º grau nas pernas, nas mãos e parte do rosto.

23.06.2000 – Petroquímica – Uma explosão seguida de incêndio matou um operário e feriu outros 4. Um operador percebeu um vazamento de gás e foi contar aos colegas. Quando voltou houve a explosão que o matou. Outros funcionários sofreram queimaduras.

01.06.2000 – Serviços Gerais – O soldador João Souza Ramos de 53 anos, funcionário do Parque de Diversões Recreio de Cotia, sofreu queimaduras de 1º, 2º e 3º graus no tórax, pernas e braços, além de fratura nas pernas por causa de uma explosão de um tambor usado para armazenar líquidos inflamáveis. O acidente aconteceu quando João trabalhava soldando peças de brinquedos do parque usando como aparador o tambor de líquidos inflamáveis, que estava vazio. O aquecimento do tambor durante o uso da solda provocou a explosão dos resíduos do material inflamável dentro do tambor.

01.06.2000 – Rio de Janeiro – Casal morre na banheira, no apto. 402 da rua Amália, 67 na Tijuca. As vítimas são Ivone Ferreira da Silva (23 anos) e André Luis Lourenço de Santana (29). A Polícia, a princípio, acredita que os namorados foram asfixiados acidentalmente por gás. Segundo técnicos da CEG, com as portas e janelas do banheiro fechadas, o monóxido de carbono produzido pela queima do gás ficou concentrado no local pois o aquecedor estava sem a chaminé.

22.05.2000 – Telecomunicações – Tampa de bueiro explode no Leblon entre as ruas Humberto de Campos e Carlos Góis.

18.05.2000 – Telecomunicações – duas tampas de 130kg foram pelos ares e uma delas atingiu o banco traseiro de um gol. O motorista Sr. Salvador Rodrigues da Silva (49 anos) escapou por pouco. A tampa foi projetada atravessando o pára-brisa do carro. O Sr. Salvador se abaixou rapidamente e conseguiu sair com vida. Ele teve ferimentos nas mãos, peito e rosto.

18.05.2000 – Siderúrgica – Um morreu e mais 7 operários ficaram feridos após explosão em uma unidade de produção de aço. A explosão aconteceu após uma manobra para retomada do consumo de gás.

20.04.2000 – Companhia de Gás – Dois trabalhadores verificavam a existência de vazamento de nitrogênio em uma das válvulas usadas na canalização de gás, vitimaram dois funcionários por asfixia (falta de oxigênio). Os dois tinham 18 anos de empresa.

24.03.2000 – Indústria – Um ajudante morreu em acidente, pois, aparentemente, o mesmo foi esquecido dentro de um forno conhecido como autoclave..

14.03.2000 – Indústria – Quatro trabalhadores morreram e outros oito ficaram intoxicados quando faziam a limpeza de um elevador de arroz. A causa provável das mortes deve ter sido algum gás tóxico liberado no depósito de arroz.

01.03.2000 –Prestação de Serviços - Dois funcionários morreram em 29.02 nas obras de um conjunto. Um trabalho de impermeabilização estava sendo executado em uma caixa d´água, quando uma fagulha de maçarico acabou provocando uma explosão.

Março-2000 – Itaquaquecetuba - Uma explosão em um aterro sanitário em Itaquaquecetuba causou o deslizamento de 40 mil toneladas de lixo que ocuparam a estrada do Ribeiro e a bloquearam nos dois sentidos. A explosão também atingiu 2 barracos no pé do aterro e represou o córrego Taboãozinho. O fenômeno foi provocado pelo acúmulo de gases liberados do lixo em decomposição. Ninguém ficou ferido.

24.02.2000 – Indústria – Incêndio seguido de explosão numa fábrica de tintas deixou pelo menos 25 operários feridos, quatro em estado grave além de provocar desabamento de metade do telhado do setor onde trabalhavam 1.500 operários.

14.01.2000 – Brasília – Uma pessoa morreu e pelo menos 140 foram internadas com problemas respiratórios depois que um cilindro de 50 kg de Cloro gasoso vazou na garagem do aposentado Edivaldo Pereira (50 anos), em Ceilândia (cidade satélite de Brasília). O acidente aconteceu por volta das 20hs de 12.01 quando o aposentado quebrou a válvula do cilindro e o Cloro começou a vazar (o objetivo era o de retirar a válvula para vendê-la para um ferro velho). Em menos de uma hora, 140 pessoas haviam dado entrada em 3 hospitais da região reclamando de dificuldades para respirar, dores de garganta e ardência no tórax. A mulher de Pereira, Maria José (49) teve parada cardiorespiratória e morreu perto das 21hs. A autópsia do corpo de Maria José indicou edema agudo de pulmão por intoxicação provocada por Cloro. Entre as vítimas, 27 foram crianças e mais da metade delas teve pneumonite química e seis encontram-se em estado gravíssimo.

26.11.1999 – Prestação de Serviços – Dois operários morreram durante serviços de limpeza de um tanque de tratamento de efluentes da empresa. Eles foram intoxicados e desmaiaram quando o tanque começou a encher de água. O funcionário que trabalhava próximo às vítimas, tentou socorrer os colegas mas também desmaiou e acabou sendo salvo pelo irmão.

16.11.99 – Petroquímica - Explosão deixa dois feridos, com queimaduras de 1º e 2º graus no rosto e braços. A explosão ocorreu por vazamento de gás natural na área.

22.09.99 – Taboão da Serra/SP - Uma explosão, provavelmente causada por vazamento de gás, destruiu em 21.09.99 o apto. de Maria Lúcia dos Santos, 26 anos, e a levou a ser hospitalizada com queimaduras graves. O acidente ocorreu na rua 19 de fevereiro, 400 no Taboão da Serra. A provável causa seria vazamento de gás de cozinha ou defeito no novo sistema de distribuição de gás que está sendo implantado no condomínio.

26.08.99 – Telecomunicações – Um operário ficou gravemente ferido na explosão de uma galeria. Ee entrou na galeria com um maçarico para realizar um trabalho de solda. Foi retirado com o corpo em chamas. Técnicos da CETESB visitaram o local após a explosão constatando, após medições, o índice de 100% de explosividade.

26.08.99 – Prestação de Serviços – O porteiro Jorge Freitas dos Santos de 34 anos morreu em 25.08 quando tentava ajudar seu pai, Pedro Gomes dos Santos (57 anos) que limpava um bueiro na frente do prédio em que trabalhavam. O Sr. Pedro foi levado ao hospital em estado grave. Ele desmaiou com o forte cheiro exalado e caiu dentro do bueiro.

27.08.99 – Saneamento – Um funcionário morreu em 26.08 asfixiado quando tentava fazer a manutenção em uma galeria de esgoto de 4 metros de profundidade. O operário entrou na galeria e foi surpreendido por gases tóxicos produzidos por material orgânico em decomposição.

Outubro
de 99 – Siderúrgica– A explosão na tubulação de alto-forno matou um funcionário eletricista.

30.09.99 – Rio de Janeiro – A menina Lorena Teixeira Ferreira Vicente de 11 anos morreu em consequência de um escapamento de gás no apartamento em que morava em Botafogo. Os pais estranharam sua demora no banho, chamaram os bombeiros para arrombar a porta e a menina já estava morta no chão.

29.09.99 – Eletricidade – Um curto-circuito na fiação da caixa de distribuição subterrânea, provocou um corre-corre na manhã de 28.09. Comerciantes da região perceberam fumaça saindo de um bueiro e minutos mais tarde explosões assustava quem passava.

20.04.1999 – Química – Uma explosão no embarque de produtos químicos inflamáveis foi responsável pela morte de um operador. Cerca de 24 mil litros de uma mistura de solventes aromáticos pegaram fogo quando eram bombeados para uma carreta-tanque. O acidente também acarretou em poluição do ar, das águas, de área de mangue e risco à comunidade.

09.10.99 - Serviços - 0 Acidente em porão de navio vitimou um operário, possivelmente por asfixia. O acidente ocorreu quando ele e mais dois colegas estavam juntando carvão mineral dentro do porão.

15.11.99 – Alagoas – Escapamento de gás no sistema central da praça de alimentação do Shopping Iguatemi causou pânico entre centenas de pessoas e por pouco não se transformou em tragédia. Assustados com a explosão, clientes e funcionários saíram em correria enquanto o sistema de segurança fechava as portas achando que era um tiro dado por alguém.

16.02.99 – Obras – A obra de instalação de um coletor- tronco de esgoto teria provocado em 15.02 o rompimento de um trecho de um gasoduto. O vazamento de gás causou uma explosão seguida de incêndio. Durante os trabalhos, os operários sentiram cheiro de gás e os engenheiros decidiram interditar o local. Pouco depois, uma kombi, que não obedeceu a sinalização, passou e provocou fagulhas, que atearam fogo ao gás que estava vazando na margem do córrego Guarará. Quinze famílias foram retiradas das proximidades.

15.02.99 – Uberlândia – A explosão de um Fliperama provocou danos em quatro quarteirões e deixou 6 feridos – duas com sério risco de vida. A polícia de Uberlândia acredita que a explosão possa ter sido causada por galões contendo gasolina. Quatro galões foram encontrados no interior da casa de fliperama, foco da explosão. As vítimas em estado grave são: Nélson Cobo Vítor (34) – dono do fliperama que está com 40% do corpo queimado e José Machado de Oliveira Júnior (30), cujo quadro clínico caminha para a morte cerebral. Ele sofreu traumatismo craniano.

01.02.99 – Serviços – Três irmãos morreram ao entrarem numa fossa na Cidade Soberana e se asfixiaram com gás metano. Na tentativa de salvar os filhos, o pai também quase morreu. No trabalho de abertura um balde caiu dentro da fossa e um deles desceu para buscá-lo escalando a tubulação. Quando chegou ao fundo começou a se sentir mal e pediu ajuda pois suas pernas estavam bambas. Um dos irmãos foi buscá-lo e quando chegou perto dele uma grande quantidade de gás teria escapado fazendo-o demaiar na mesma hora. O outro irmão que olhava de cima, foi atingido pelo gás antes mesmo de conseguir descer. Os irmãos são Sandro Aparecido, Valdir e Edmilson Valentino da Silva de 18,25 e 31 anos respectivamente. Cerca de 300 pessoas acompanharam o enterro.

28.12.98 – Petroquímica - Um provocou a morte de um operário e feriu outros 11 que trabalhavam na unidade de querosene. A direção da empresa informou que houve vazamento de nafta, subproduto de petróleo, que era utilizado para colocar em operação a unidade de hidrotratamento de querosene, que estava em manutenção. Dias depois foi informado que foram 5 as vítimas fatais do acidente.

18.12.98 – São Paulo – A explosão de um caminhão tanque feriu gravemente duas crianças de 8 anos. Marcos Vieira de Oliveira e Cristofer Luan do Nascimento estavam fumando em cima do tanque do caminhão estacionado na Rua.

16.12.98 – Praia Grande/SP - Doze pessoas ficaram feridas num acidente provocado pelo vazamento de gás no Restaurante Plaza Express Grill em 15.12. O acidente ocorreu pouco antes da abertura ao público do Litoral Plaza Shopping, o maior da Baixada Santista. “Foi tudo muito rápido e fiquei dentro do fogo” afirmou Márcio Brun da Silva (36) funcionário de manutenção do Shopping, que ascendeu o isqueiro e provocou a labareda. Ele e outros trabalhadores estavam ligando o gás do restaurante e não sentiram o cheiro do produto que havia saído com o ar que estava dentro da tubulação. Acendemos o fogão e não havia gás, justificou Mário Yashita (30). “Fomos soltando o ar que estava na tubulação até sentir que o gás estava chegando ao bico” Foi nesse momento que ele determinou que fosse feito o teste. Por sorte o sistema de sprinkler funcionou e apagou o incêndio.

Novembro.98 – Indústria - Uma pessoa morreu asfixiada quando socorria um colega que havia desmaiado quando limpava o reservatório de água de uma máquina de embalagens para ovos.

04.09.98 – Indústria – Vazamento de líquido inflamável provocou incêndio de grandes proporções. Vinte toneladas de disciclopentadieno, utilizado na fabricação de tintas, estavam sendo carregadas de um tanque, quando houve o vazamento. Três pessoas foram hospitalizadas.

03.09.98 – Ambiente – Pelo menos 10 mil tambores com lixo químico, inflamável e venenoso estão armazenados em precárias condições. Muitos tambores estão enferrujados e furados, permitindo o vazamento de produtos líquidos. O local fica próximo de um Centro Integrado de Educação Pública (Ciep) onde estudam 433 crianças.

30.07.98 – Metalúrgica – Um incêndio destruiu em 29.07 parcialmente as instalações de uma ferramentaria. Segundo um, o fogo foi provocado por uma fagulha de uma máquina (um chicote elétrico) que caiu sobre uma embalagem de querosene. Um funcionário sofreu queimaduras leves.

29.07.98 – Rio de Janeiro – Centro de lixo tóxico pega fogo na Baixada Fluminense. Foram necessárias 7 horas para combate ao fogo.

29.07.98 – Telecomunicações – explosão de uma caixa de inspeção subterrânea assusta moradores. A galeria, após explosão, ficou sem a tampa, afirmaram os bombeiros.

Julho.98 – Petroquímica - Cinco funcionários tiveram queimaduras de 1º e 2º graus em explosão ocorrida na unidade produtora de polietileno. O acidente ocorreu devido a um vazamento de gás eteno que entrou em ignição através do contato com um ponto de calor. Os funcionários eram de uma empresa contratada e não correm risco de vida.

30.04.98 – Brasília – Em 29.04 uma caixa subterrânea de derivação dos circuitos elétricos, foi inundada pelo esgoto da Cia. De Saneamento provocando um curto-circuito muito forte e a explosão da caixa. Momentos depois ocorreu uma nova explosão, em consequência da primeira. O problema comprometeu o fornecimento de energia em grande parte da Asa Sul.

24.04.98 – Ribeirão Preto/SP – Um incêndio num posto de combustíveis na Vila Virgínia começou no momento em que funcionários faziam a transferência de cinco mil litros de gasolina de um tanque para outro, utilizando uma eletrobomba manual. Segundo os Bombeiros, o incêndio foi provocado por um curto circuito no fio da eletrobomba. As faíscas atingiram a gasolina derramada no chão espalhando o fogo rapidamente, incendiando e destruindo 3 automóveis estacionados no posto.

Março de 98 – Petroquímica – Quatro pessoas ficaram feridas em uma explosão em dois tanques. As explosões ocorreram em tanques de Butadieno, usado na fabricação de borracha sintética.

24.03.98 – Osasco/SP – Um curto-circuito e uma labareda de fogo em 23.03 em um posto de gasolina, provocou pânico nas crianças de uma escola próxima e nos comerciantes da região.

23.03.98 – Itaquaquecetuba/SP – Dois homens morreram em 22.03 enquanto tentavam limpar um poço. Um deles entrou para fazer a limpeza e acabou atravessando uma camada de gás tóxico. Quando começou a sentir falta de ar pediu ajuda e seu cunhado desceu para socorrê-lo mas acabou intoxicado também. As vítimas são José Dionísio e José Antonio da Silva, resgatados pelo Corpo de Bombeiros.

11.03.98 – Indústria – Uma explosão seguida de matou uma funcionária e feriu duas outras. A força da explosão foi tamanha que até os carros parados na área externa foram atingidos.

22.02.98 – Abastecimento de Gás – A explosão de gás industrial que ocorreu no momento em que um caminhão-tanque reabastecia três cilindros de gás de uma padaria provocou a morte de 5 pessoas e feriu 24. Dezenas de casas foram danificadas com o impacto. Um vazamento na mangueira é a causa mais provável do acidente.

12.02.98 – São Paulo – Um incêndio no incinerador Ponte Pequena na Av. do Estado precisou de 10 viaturas do Corpo de Bombeiros para ser controlado. O fogo provavelmente foi causado por uma combustão comum do lixo.

12.02.98 –Telecomunicações- Um operário teve 30% do seu corpo queimado em 11.02 durante explosão em uma galeria onde fazia reparos na caixa de inspeção. Um ambulante presenciou o acidente e ajudou no socorro da vítima.

Fevereiro.98 – Indústria – Quatro trabalhadores ficaram gravemente feridos e outros dois com ferimentos leves em uma explosão. Os bombeiros suspeitam que o acidente tenha sido provocado por vazamento de gás. A explosão aconteceu quando funcionários de uma empresa contratada estavam trocando o piso da fábrica. Segundo os bombeiros, apesar do cheiro de gás, os trabalhadores ligaram uma talhadeira elétrica que, provavelmente, soltou faísca provocando a combustão. O prédio da empresa que tem mil metros quadrados ficou totalmente destruído.

28.01.1998 –Indústria– Cerca de 200 moradores da favela do Papelão tiveram de deixar suas casas às pressas em 27.01 por causa de um vazamento de 4 toneladas de amônia. Várias pessoas foram atendidas no ambulatório. O vazamento ocorreu por uma junta da tubulação de 6 polegadas, que alimenta um dos tanques de armazenagem. Para combater a nuvem de gás formada em cima da fábrica foram utilizados canhões d´água, pois a amônia é absorvida pela água.

13.01.1998 – Serviços/Ambiente – Limpeza de sofá causa explosão e queima 3 pessoas gravemente, na rua Jaceguai, 438 ap. 42. O acidente ocorrido em 12.01.1998 aconteceu quando funcionários de uma empresa de impermeabilização faziam a limpeza de um sofá com um produto chamado Imper Spress, solvente de alto poder explosivo. Antonio Silvestre da Silva (34 anos), William Humberto Silva (26 anos) funcionários da empresa sofreram queimaduras de 2º e 3º grau. A dona do apto. Sra. Marilda Bueno de Barros (33 anos) foi arremessada de um quarto para outro e teve queimaduras de 1º grau. Após o acidente, ela ficou desesperada e tentou se jogar do 4º andar. PMs conseguiram salvá-la. O apto. foi totalmente destruído. Segundo os Bombeiros a impermeabilização estava sendo feita no apto. fechado e algum tipo de faísca ou até uma ponta de cigarro podem ter causado a explosão. Foram afetados também o apto. 41 e mais dois do mesmo andar. A padaria que fica embaixo do prédio teve sua fachada destruída.

1997 –Petroquímica – Uma explosão em um cilindro de oxigênio provocou a morte de três operários. A explosão ocorreu quando os operários faziam um trabalho de extração de petróleo.

24.12.97 – São Paulo – Um vazamento de gás causou a explosão e destruição parcial da lanchonete, pastelaria e restaurante metropolitano, no Largo São Bento em 23.12. O escape aconteceu por causa do rompimento na mangueira de um dos dois botijões que eram usados na cozinha.

16.11.97 – Química – Uma explosão em um digestor do setor de fabricação de nitrocelulose causou a morte de um e feriu cinco.

12.07.97 – Rio de Janeiro – Um incêndio provocado por uma explosão no subsolo da loja Sloper levou pânico e desespero aos trabalhadores do centro do Rio em 11.07. Aproximadamente 70 pessoas ficaram feridas. As causas da explosão não haviam sido idenfificadas na ocasião.

21.03.97 – Química – O vapor provocado por um vazamento de ácido clorídrico (conhecido como ácido muriático) na unidade de trefilaria de uma empresa tirou o fôlego de quem passou pela avenida. De acordo com o chefe do setor de saúde e segurança o ácido estava sendo transferido de uma carreta para os tanques quando a bóia de um deles travou. Ela entendeu que ainda faltava ácido para completar o tanque, quando na verdade ele já estava cheio. Por isso ocorreu o vazamento.

18.03.97 – Gás – Uma explosão causada pelo escapamento de gás natural da tubulação da empresa feriu três pessoas e causou o capotamento de um carro. Segundo a empresa o gás vazou e se infiltrou por cerca de 2km nas galerias subterrâneas de manutenção. Ás 8:30 um dos bueiros explodiu atingindo o Gol que passava pelo local.

15.01.97 – Indústria – Um operador morreu depois de desmaiar em um reator de uma empresa. A causa mais provável é intoxicação ou asfixia por gás freon. A empresa informou que o funcionário descumpriu procedimentos de segurança ao descer até o reator para tentar retirar uma tampa.

28.12.96 – São Paulo - Incêndio no 19º andar do prédio do Banco do Brasil, Av.Paulista 663 destruiu um almoxarifado de tintas e produtos de limpeza. Segundo o tenente Mário Pugliese Falararo, o almoxarifado é muito pequeno e não possui ventilação. O calor e o local abafado fazem com que os produtos químicos evaporem e, caso haja alguma faísca do sistema de iluminação, pode haver princípio de incêndio.

01.11.96 –Serviços - Um ajudante geral sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo quando trabalhava em um auto-posto. Ele examinava o tanque de um caminhão Mercedes-Benz quando ocorreu uma explosão. Segundo informações o ajudante estaria com um cigarro aceso. Com a abertura do tanque, o gás formado em seu interior foi liberado, ocasionando a explosão seguida de incêndio. O fogo se alastrou pelas roupas do trabalhador.

30.09.96 – São Paulo - Foram interditados em 29.09 dois prédios, como medida de prevenção contra riscos de explosão pela Administração Regional de Pinheiros. Na mesma semana ocorreu uma explosão no subsolo do banco deixando 2 funcionários contratados pelo Banco para fazerem manutenção do tanque de água feridos. Um posto de combustível, vizinho do local já havia sido interditado pelo Contru devido a suspeitas de vazamento de combustível.

18.07.96 – Campinas/SP – Um possível vazamento de gás de aquecedor numa casa de alto padrão no Cambuí matou as irmãs Danielle (8) e Gabriele Guimarães Franco, enquanto tomavam banho.

11.06.96 – Osasco/SP - Explosão na praça de alimentação do Shopping Center Osasco matando 42 pessoas e deixando 472 feridos. A explosão ocorreu por causa de um vazamento de gás GLP.

14.05.96 – Brasília - O excesso de gases inalados por 57 recrutas do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal durante treinamento em um compartimento fechado causou intoxicação em 28 deles. Os homens estavam em um compartimento de um caminhão quando os instrutores lançaram pelo menos duas bombas, que liberaram o gás hexacloretano. O objetivo do teste seria ver resistência à inalação da fumaça.
10.05.96 – São Paulo – Uma explosão de gás de cozinha matou em 09.05 três adolescentes, deixou duas pessoas gravemente feridas (uma delas criança) e outras duas com escoriações. Todos pertenciam à mesma família e estavam dentro de uma caminhonete que trafegava pela marginal Pinheiros. O tanque de combustível estava carregado irregularmente com GLP, em vez de gasolina e a caminhonete também transportava um botijão de 13 kg de gás.

17.03.96 – Serviços - Duas pessoas ficaram feridas em 16.03 numa explosão no posto de gasolina. Segundo o dono do posto a subestação de gás do posto apresentou um problema no sistema elétrico. Uma empresa foi chamada para fazer o conserto. Um funcionário da empresa deu início aos reparos ajudado pelo encarregado do posto. A chave principal da subestação explodiu queimando os dois no rosto, peito e braços. Eles foram hospitalizados com queimaduras de 2º e 3º graus.

15.03.96 – Transportes – Motorista preso ao jogar Cloro em rio – Um motorista foi preso em 14.03 quando deixava escorrer para o córrego Retiro mil litros de cloro que estavam sobre o caminhão.

14.03.96 – Indústria – Três pessoas morreram num acidente provocado pela emissão de gás num armazém de grãos. As vítimas são o dono da empresa e dois O gás que provocou o acidente foi Sulfeto de Hidrogênio que emana do sulfeto de alumínio, encontrado em depósitos de grãos. O dono estava num depósito e desmaiou: Os outros dois tentaram ajudá-lo e também morreram.

21.02.96 –Química- Uma explosão em uma fábrica que produz fitas adesivas assustou os moradores da região. Nenhuma pessoa ficou ferida. A empresa trabalha com produtos químicos como metilcetona, água oxigenada e álcool etílico.

31.01.96 –Petroquímica– Vazamento de gás provocado por uma falha na drenagem de soda cáustica. O Pronto Socorro Central da cidade atendeu 120 pessoas, a maioria crianças, intoxicadas por causa do gás. Elas apresentaram problemas respiratórios, irritação na garganta, náuseas, diarréia e mal-estar geral.

15.01.96 – Porto – Uma explosão no compartimento de gás inerte (gás carbônico) de um petroleiro, matou um contramestre e feriu outras cinco no canal.

09.01.96 – Indústria – Três operários de uma fábrica de fertilizantes morreram em 08.01 em consequência de intoxicação por gases venenosos durante o trabalho. A provável causa é de intoxicação por gás sulfídrico. Outros 7 funcionários tiveram intoxicação.

27.12.95 –Saneamento – Três operários morreram em 26.12 intoxicados com metano – um gás proveniente das tubulações de esgoto quando trabalhavam. Na operação de resgate também foram atingidos um funcionário da empresa e um soldado do bombeiro.

26.12.95 – Eletricidade Rio de Janeiro – Três operários ficaram feridos em 25.12 durante a explosão de um transformador no interior de uma galeria subterrânea. O caso mais grave apresenta queimaduras de 1º, 2º e 3º graus em mais da metade do corpo.

28.11.95 – Petroquímica – Duas mortes por asfixia por enxôfre. O acidente ocorreu dois operários iniciavam a manutenção de um reator de hidrossulfurização.

21.11.95 – Ambiente - Incêndio do oleoduto matou carbonizado um operário e causou ferimentos em dois funcionários que prestavam auxílio técnico – tiveram 40% do corpo queimados, principalmente no rosto, peito e braços. Outros três funcionários sofreram queimaduras leves.

06.07.95 – Ambiente - Uma pessoa ficou ferida em 05.07 numa explosão na área entre um prédio e um posto de gasolina. Técnicos acreditam que a explosão foi causada por uma construção irregular do posto que direcionou o suspiro do tanque – de onde sai o vapor de gasolina – para dentro do Edifício.

03.05.95 – Bauru/SP - Quatro pessoas morreram asfixiadas por monóxido de carbono dentro do poço de uma chácara da cidade de Bauru. O médico Salvador Célio de Almeida (56) contratou o encanador Benedito Ribeiro (48) para fazer a limpeza de um poço. Com o auxílio de uma corda, Ribeiro desceu e como demorou a voltar, Almeida entrou no poço e não voltou. Dois filhos do médico, Carlos Henrique e Marcelo foram socorrer o pai e também acabaram morrendo.

22.04.95 – São Paulo – Uma explosão no Bar e Restaurante Santa Cruz na Vila Mariana deixou pelo menos 4 mortos e 17 feridos em 21.04. Foram atingidos também em estúdio fotográfico, um consultório dentário, uma loja de roupas e uma pensão. O acidente foi causado pelo vazamento em botijões de gás estocados no subsolo do prédio.

22.03.95 –Telecomunicações – Uma mistura de água e combustíveis, acumulada em uma caixa de subterrânea de fiação, provocou um início de incêndio no local. Segundo o proprietário do posto, o acúmulo da mistura é devido aos restos de combustíveis existentes no piso de estabelecimento.. O Engenheiro Ambiental da Cetesb afirmou que existe o risco claro de vazamento em tanques ou linhas. Uma equipe da empresa pretendia realizar serviços de soldagem com a utilização de maçaricos. Os técnicos sentiram cheiro de gasolina e alertaram a Defesa Civil. Uma equipe de segurança retirou a mistura da galeria e aplicou uma camada de espuma química para controlar a incidência de gases. Um funcionário da empresa foi testar a segurança do local e acendeu o maçarico. Os restos da mistura acumulados nas paredes da caixa incendiaram e o funcionário foi salvo graças a um caminhão pipa que estava estacionado ao lado.

27.01.95 –Siderúrgica– Três operários morreram em 26.01 em consequência de um vazamento de gás. Eles trabalhavam para uma empresa contratada e faziam manutenção de rotina no alto-forno da siderúrgica.

1994 – Serviços – Dois operários que faziam impermeabilização de uma caixa d´água na cidade sofreram intoxicação por gases exalados por produtos utilizados no serviço. Um deles caiu de uma altura de quase 8 metros e o outro, ficou dependurado no andaime, a mais de seis metros do fundo da caixa d´água.

06.01.95 – São Paulo – Um pedreiro morreu em 05.01.95, depois de inalar um gás expelido pela caixa d´água de um prédio em construção na zona sul. Outros seis funcionários que realizavam a obra tentaram socorrê-lo e sentiram enjôo. Foram levados ao Hospital mas um deles já chegou morto. A equipe tentava retirar a madeira que envolvia a caixa d´água. O material havia sido colocado há um mês para sustentação do concreto que formaria a caixa. Os pedreiros ficaram pouco tempo no subsolo do prédio.

1995 –Ambiente – Explosão de tampas de galerias pluviais numa extensão aproximada de 500 metros devido a procedimento de funcionários de um Posto onde, ao lavarem os tanques, jogavam as sobras nas galerias. As explosões danificaram também outro posto.

13.12.94 – Porto – Quatro operários morreram em 12.12 e três ficaram gravemente feridos, em consequência de um escapamento de substância tóxica no porão de um navio. O soldador disse que estava no porão, quando uma fumaça negra tomou conta do ambiente. “Não vi nada e quando acordei estava no hospital”.

Novembro 1994 – Brasília - Os operários José Pereira dos Santos e Luiz Conceição Tavares e o Sargento do Corpo de Bombeiros Sérgio Pimentel morreram após entrarem numa caixa d´água de um edifício O soldado Malone, que cheirou a roupa do Sargento entrou em coma pouco depois. De acordo com Orlando de Lima as mortes podem ter ocorrido por contaminação de gases tóxicos, fungos e bactérias ou ainda a combinação dessas substâncias. A caixa d´água tem dois metros de profundidade, capacidade ara 60 mil litros, localizada no terceiro subsolo e estava vedada há 11 meses

15.09.94 – Siderúrgica – Sobe para quatro o número de mortos em consequência da explosão de um forno siderúrgico. Um deles morreu de insuficiência respiratória e estava com 100% do corpo com queimaduras de 3º grau, comprometimento do pulmão, rins e cérebro. Outro morreu no hospital. No dia da explosão morreram 2.

17.08.94 –Serviços – Um mecânico montador morreu em 16.08 numa explosão de um tambor com restos de tiner no canteiro de obras de uma empreiteira.

16.08.94 – Indústria – A explosão de uma prensa de ar comprimido no setor de prensa e martelo causou queimaduras de 1º e 2º graus em 10 metalúrgicos. Nenhum deles corre risco de vida.

Internacionais:

16.03.96 – Treviso/Itália – Pelo menos 13 pessoas ficaram feridas na explosão de 2 ou mais reservatórios num depósito de gás butano. Escolas e casas num raio de 500 metros em torno do depósito foram evacuadas.

11.03.96 – Bolonha/Itália – Pelo menos 4 pessoas morreram e várias ficaram feridas em um incêndio precedido de explosão. Um dos feridos Piero Pagani (46) confessou que a explosão iniciou quando ele abriu o gás com intenção de cometer suicídio.

29.04.1995 – SEUL – Explosão de gás mata mais de 103 pessoas (60 delas eram crianças) na Coréia e deixa mais de 200 feridos. A consequência do desastre deve-se a uma explosão subterrânea de gás ocorrida na cidade Taegu. Segundo a Polícia a tragédia foi causada por erro humano. Operários que trabalhavam com uma escavadora romperam acidentalmente uma canalização de gás urbano, provocando o incêndio e explosão que afetou um trecho do metrô em construção. O acidente pode ter ocorrido quando um funcionário acendeu um maçarico. Três funcionários de uma pequena firma de engenharia foram presos sob suspeita de terem rompido a tubulação.

08.12.1994 – SEUL – Uma explosão em um depósito subterrâneo de gás matou em 07.12 quatro pessoas de deixou 48 feridos. A explosão também destruiu 50 casas e 20 lojas.

05.08.1993 – CONCEPCION – Chile – Cinco trabalhadores de uma empresa contratada pela CTC do Chile mais um transeunte que tentou socorrer as vítimas, morreram ao inalar gás durante serviços de instalação de fibra óptica. Outros quatro funcionários foram feridos.



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