21.5.11

Ronda na Casa de Máquinas dos Geradores

Há necessidade de rondas na casa de máquinas dos geradores a fim de verificar o funcionamento dos mesmos, como:
- Água do radiador está completa;
- Temperatura do motor;
- Nível de óleo do motor;
- Painel do motor e seus indicadores;
- Chave no contato, (posicionamento);
- Cabos das baterias;
- Etc..l de água no radiador, veja porque na figura abaixo.


Bombeiroswaldo...

Acidentes: Aéreos X Carros

Acidentes:

Aéreos  X  Carros

É só fazer as contas!!!

Para ampliar, dê um click na imagem.

Para que as pessoas percam medo e embarquem em busca da adrenalina.
           
Bombeiroswaldo...

Trânsito Brasileiro

Estatística do Trânsito Brasileiro:
 



- Mata uma pessoa a  cada 11 minutos.
- Atropela uma pessoa a cada 7 minutos.
- Fere uma pessoa a cada 2,8 minutos.
- Produz um acidente a cada 31 segundos.

Vamos ser mais prudentes, pacientes e responsáveis, sempre
Lembrando que em casa uma família aguarda seu retorno.
De esse presente à sua família todos os dias, eles confiam em
sua competência e capacidade...
Prevenção sempre.

Bombeiroswaldo...

Container Telecom possui sistema de prevenção automática - FM-200

Container turbinado, totalmente automatizado e equipado em seu interior com sistema de detecção e combate a incêndio automático através de uma rede de sprinklers onde o agente extintor utilizado é o gás FM-200.


Figura Modelo de um Container


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Bombeiroswaldo...

FALTA DE MANUTENÇÃO OU INSPEÇÃO PERIÓDICA



Sem comentários...

Bombeiroswaldo...

Eletrobras em chamas

É preciso que entendam que a responsabilidade em aplicar a PREVENÇÃO no ambiente de trabalho é de todos, pois todos são responsáveis e fiscalizadores de trabalhos prestados por terceiros e fixos, isto é os terceiros fiscalizam os fixos e os fixos fiscalizam os terceiros e ambos ficam de olhos nos visitantes que não conhecem as regras preventivas do local e assim fecham o cerco para que não ocorram ocorrências como esta na foto abaixo. 
Bombeiroswaldo...

Ônibus pega fogo - lata de thinner

Ônibus pega fogo e deixa vários feridos

Um ônibus do transporte coletivo urbano, da empresa Cotista, pegou fogo por volta das 16h30min, 9 de janeiro de 2006, na rua 19 de fevereiro, no centro de Rio Grande, a 320 km de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Cerca de 50 passageiros estavam no interior do veículo.
Pedestres quebram vidros e ajudam os passageiros a saírem pelas janelas
O ônibus, que fazia a linha Carreiros e iria até o bairro Castelo Branco, havia saído da praça Tamandaré e pegou fogo após andar menos de 100 metros.





COMO FOI O ACIDENTE
■ O ônibus da empresa União Cotista sai do centro de Rio Grande com destino aos bairros Castelo Branco I e II, Cohab 4 e Santa Rosa
■ Ainda no Centro, na Rua 19 de Fevereiro, o motorista Alexandre Hernandes sente o tecido das calças grudando nas pernas e vê o fogo se alastrando
■ Uma lata de thinner , colocada sob o banco do motorista, entra em combustão
■ O motorista Hernandes abre as portas e grita para que os passageiros saiam
■ Os passageiros correm para os fundos do ônibus, tentando evitar as chamas na frente
■ Populares quebram as vidraças do lado de fora, para ajudar a saída dos passageiros
■ Peritos concluem que a lata de thinner (pertencente à empresa de ônibus) é a causa do sinistro

DESESPERO PARA SAIR DO ÔNIBUS
De acordo com o segurança Luis Fernando Flores, que estava no ônibus, o veículo começou a incendiar de repente e o motorista gritou que estava pegando fogo, momento em que os passageiros entraram em pânico. Ele pediu que eles ficassem calmos e tentou abrir a janela de emergência, mas não conseguiu. Em seguida, ele e outros passageiros quebraram alguns vidros. O motorista abriu a porta do veículo, mas, segundo Flores, a maioria saiu pelas janelas. Populares que passavam pelo local também ajudaram a quebrar os vidros para que as pessoas saíssem. "Foi tudo muito rápido. O fogo começou na parte da frente e se alastrou em seguida", disse Flores.

INÍCIO DO FOGO
Segundo relato dos passageiros, o fogo teria começado na frente do veículo e se alastrado rapidamente. Ao perceber o incêndio, o motorista conseguiu abrir as duas portas, mas as saídas eram insuficientes.

ALASTRAMENTO DO FOGO
Segundo os bombeiros, o fogo se espalhou com rapidez a partir do momento em que os vidros foram quebrados, pois permitiu a entrada de mais oxigênio no veículo.

VÍTIMAS
Cerca de 27 passageiros foram atendidos 27 pessoas foram atendidas na Santa Casa, com queimaduras, cortes e machucados, ficaram em observação no pronto-socorro. .Quatro deles tiveram queimaduras graves, o motorista e três passageiros, foram atendidos no bloco cirúrgico da Santa Casa. Um dos casos mais graves foi de uma menina, de 13 anos, que teve em torno de 30% do corpo queimado, segundo informações do médico proprietário da clínica de pronto-atendimento em que ela recebeu os primeiros socorros, Sandro Goulart Terra

INQUÉRITO POLICIAL
A Polícia Civil deverá instaurar inquérito para apurar as circunstâncias em que ocorreu o incêndio. A delegada Vanessa Pitrez de Aguiar Corrêa, do plantão da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), informou que os policiais da 4ª DP - distrito que está a cargo da investigação do caso, deverão averiguar as causas do fogo, para descobrir se foi culposo (não‑intencional) ou doloso (criminoso). Uma lata de thinner foi encontrada próximo do local onde teria iniciado as chamas, conforme testemunhas, atrás do assento do motorista.
A delegada declarou também que os profissionais do Instituto Geral de Perícias (IGP) efetuaram a perícia no local do incêndio. Em seguida , o ônibus será transferido para o depósito do Detran-RS, onde deverá ser submetido à nova perícia por um engenheiro mecânico do IGP. Esse perito, segundo a delegada, irá vistoriar o veículo com o objetivo de avaliar se houve falha mecânica. Além disso, os passageiros, na medida em que tiveram alta do hospital, deverão ser ouvidos pela polícia.
A delegada afirmou que haverá uma investigação para averiguar as responsabilidades penais: se houve imperícia, negligência ou imprudência.

LAUDO PRELIMINAR
De acordo com peritos, a causa do fogo foi a combustão de um galão de thinner, solvente inflamável, que pertencia à própria empresa dona do ônibus, a União Cotista, e era transportado atrás do banco do motorista.

O ÔNIBUS TRANSPORTAVA UMA LATA DE THINNER
O motorista recebeu o galão ao iniciar a viagem, a pouco mais de 100 m do local do incêndio, e deveria entregá-lo na empresa. O solvente pertencia à empresa, esclareceu o delegado titular da 4ª. Delegacia de Polícia de Rio Grande, Elione Luiz Lopes, depois de ouvir formalmente as primeiras nove testemunhas.
O delegado também conversou informalmente com o motorista Alexandre Muniz, que está internado em estado grave.
Durante a conversa ele confirmou que o solvente pertencia à empresa. Como o solvente resultou no incêndio, segundo ele, somente será esclarecido no relatório final da perícia: Ainda desconhecemos o que concorreu para a combustão, esclareceu ele.

LAUDO DA CAUSA DO INCÊNDIO
Em 19 de fevereiro, o Centro de Microscopia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) apontou que houve um curto-circuito entre a lata de solvente, a chave elétrica geral do ônibus e o assoalho, também de metal.
O professor Luis Frederico Dick concluiu que a lata de thinner, encontrada atrás do banco do motorista, entrou em contato com o sistema elétrico do veículo e, junto ao piso do ônibus, criou um efeito chamado "arco de faísca". O assoalho de metal serviu como pólo negativo, a chave de cobre, como pólo positivo, e a lata de ferro fechou o curto-circuito, explicou.
O processo acabou por derreter a lata e liberou o solvente, altamente inflamável. O produto, com a ajuda da faísca, agiu como um maçarico, alastrando o fogo. O laudo foi encaminhado para a Polícia Civil de Rio Grande.

BALANÇO DAS VÍTIMAS – HOSPITALIZAÇÃO
Faz um mês, duas das quatro vítimas que tiveram queimaduras graves permanecem internadas. A adolescente Bruna Corrêa Moreira, 13 anos, que teve 30% do corpo queimado, continua internada na UTI Pediátrica do HPS de Porto Alegre. O motorista do coletivo, Alexandre Hernandes está na unidade São Camilo II, da Santa Casa de Rio Grande. As outras duas passageiras que estavam hospitalizadas na Santa Casa, receberam alta em 9 de fevereiro.
Em 20 de fevereiro, a adolescente Bruna Corrêa, 13 anos, deixou o Hospital de Pronto Socorro (HPS) de Porto Alegre, após 42 dias de recuperação. A adolescente voltou para casa, onde continuará o tratamento das queimaduras sofridas.

ADOLESCENTE PASSOU POR SEIS CIRURGIAS
Cirurgião plástico no HPS, Ricardo Arnt disse que Bruna foi submetida a seis intervenções para recompor a pele queimada. Quase 30% do corpo, principalmente as costas e os braços, foram atingidos. Nos próximos dois anos, ela terá de usar malhas de compressão, para firmar as partes que sofreram enxertos. Arnt considerou "excelente" a recuperação de Bruna.

CAUSA DA GRAVIDADE DA QUEIMADURA
A adolescente estava sentada no meio do ônibus, ao lado direito, na companhia da tia. Desmaiou com a fumaça e as queimaduras, teve de ser socorrida em dois momentos. Primeiro, pelo motorista, que não teve forças para retirá-la do local e depois, por um desconhecido que se arrojou entre as chamas e retirou a menina entre as chamas.
Em 22 de fevereiro, após 43 dias internato o motorista do ônibus, Alexandre Muniz Hernandez, recebeu alta da Santa Casa, ainda com as marcas das queimaduras sofridas, principalmente nos braços, nas costas, no rosto e nas pernas. As queimaduras nos braços e nas costas foram de 2º grau.

INDICIAMENTO - POLÍCIA INDICIOU POR INCÊNDIO CULPOSO
Em 1 de fevereiro, a investigação comandada pelo delegado de Polícia Civil do Rio Grande, Elione Lopes, concluiu que houve crime de incêndio culposo. Foram indiciados, o motorista, Alexandre Hernandes, o fiscal, Jorge Alberto Pacheco, a responsável pelo setor de compras da Cotista, Cláudia Silveira, e o sócio-gerente, Norli Norberto Camilo.
O delegado entendeu que os quatro indiciados "lidaram com imprudência e negligência". O motorista e o fiscal por não terem se recusado a transportar o material, "criando desnecessariamente o perigo e não tendo o devido cuidado no trato com a lata de solvente". A responsável pelo setor de compras e o sócio-gerente por permitirem que se criasse o sistema de entregas na praça central e o posterior envio do material pelos coletivos para a empresa, o que já havia ocorrido em outras oportunidades.
Lopes observou que esta prática contraria a legislação que rege o transporte coletivo municipal (Lei 5.602), que veda o transporte de material inflamável. As quatro pessoas responsabilizadas foram indiciadas no artigo 250, parágrafo 2º, combinado com o artigo 258 do Código Penal Brasileiro, ou seja, incêndio culposo qualificado. Se forem condenados pela Justiça, os indiciados poderão sofrer pena que varia de seis meses a dois anos de prisão.

O QUE É THINNER
É uma composição de vários solventes capaz de diluir componentes e revestimentos. Tem ampla utilização em tintas e alto poder de solvência. É usado também como desengraxante e para limpeza
Em altas temperaturas, o thinner libera vapores e, com uma faísca, entra em combustão. O produto não é capaz de pegar fogo sozinho, apenas com o calor. Necessita de uma faísca para entrar em combustão e pode até causar explosões
Qualquer solvente em altas temperaturas libera vapores. Se estiver em um ambiente fechado, como um veículo, pode pegar fogo, bastando que uma pequena faísca atinja o vapor (não precisa atingir o produto em si)
Uma peça metálica (como uma fivela de sapato) que venha a provocar uma faísca ao bater em algo pode ser suficiente para começar o fogo se houver vapor concentrado no ambiente
O transporte deste tipo de substância tem de ser feito seguindo normas de segurança
Fonte: Dimitrios Samios, professor de Fisicoquímica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordenador do Controle de Qualidade dos Combustíveis do Rio Grande do Sul

Comentários:
Esse um bom exemplo como o risco infiltra-se em locais tão impossíveis, esperando apenas as condições ideais para materializar-se.
A temperatura média da semana em que houve o acidente na cidade era de 37o C.
Como a característica do thinner depende da composição de vários solventes e de seu preço de mercado. O seu ponto de fulgor depende da composição dessa mistura e varia da mais simples a especial;
O ponto de Fulgor em Vaso Fechado é importante porque permite avaliar o risco do thinner inflamar‑se ao ser submetido à elevação de temperatura em condição de confinamento (lata fechada)
As condições ambientais estavam propícias para o thinner inflamar-se; temperatura externa (ambiente, 37o C) e temperatura interna do ônibus (mais de 37o C, lata próximo ao motor) e faltando apenas a fonte de ignição.

Bombeiroswaldo...
Motorista, Cobrador, população do ônibus, todos falharam mediante a questão PREVENÇÃO. Uma pessoa entra no ônibus com uma sacola com sardinha, e todos questionam o mal cheiro. Uma pessoa entra no ônibus portando um galão, e se houve o incêndio, houve o escoamento de gás (cheiro), e isso foi normal para todos. Um ônibus a menos na linha e fica o susto como aviso...
Bombeiroswaldo...

Incêndio em casas de madeiras são provenientes de gatos

Fica difícil entender os líderes de comunidade que sujeitam seus entes queridos ao sistema Gerson, (que gosta de levar vantagem em tudo). Imagem tristes, chocantes e a motivação dos 193 no combate as chamas, o que restou da casa, do sonho, da família organizada...







Bombeiroswaldo...

Grupo de geradores movido a álcool

Pense numa grande responsabilidade Bravo...



Fique esperto Bravo!
Ao designarem você para uma Indústria, cuidado. Pense na responsabilidade elevada ao quadrado. Num ambiente como este há a necessidade de utilizar-se de rigidez no cumprimento da prevenção exímia. Não facilite a vida de ninguém e produza Relatório em cima de relatório em cima dos que ousarem descumprir suas ordens de Prevenção à Incêndios e acidentes.

Bombeiroswaldo....

Explosão em shopping em Osasco completa 15 anos

Como ocorreu, as providências, indenizações, processos e outros sobre a trágica Explosão em shopping em Osasco-SP




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Às 12h 10min, 11 de Junho de 1996, acontece a explosão. Forte estampido é ouvido em toda a região. No interior do shopping Osasco Plaza, o piso se levanta atingindo em um ponto 3m de altura. O teto da praça de alimentação desaba. O local mais atingido foi a praça de alimentação. Com o impacto da explosão é rompida a laje do piso do shopping. A área atingida chega a 2.000 metros quadrados. formando um "L" no corredor de passeio na frente das lojas, praça de alimentação e cinemas.
No momento da explosão estima-se que pelo menos 2 mil pessoas estavam circulando no shopping.

CAUSA:
A hipótese mais provável é de que um vazamento de gás acumulou sob o piso do shopping. A faísca para detonar a explosão teria surgido do motor do fosso do elevador.
A tubulação do gás é subterrânea a partir do depósito de botijões que fica do lado de fora e lado oposto da explosão. A tubulação segue por um corredor de serviços sob o piso do shopping (o prédio possui um caixão perdido, variando a altura de 30 cm a 1m). A função do caixão perdido é nivelar a laje do piso.

DANOS MATERIAIS:
■ destruição parcial do sistema elétrico e de ar condicionado do shopping, de lojas.
■ 21 lojas foram atingidas no acidente.
■ 1.600 pessoas trabalhavam no local antes da explosão.
■ 500 toneladas de entulho foram retirados do local dois dias depois do acidente.

SEGURO:
O shopping possui apólices contra incêndio e explosão, lucros cessantes (para lojistas) e de responsabilidade civil geral.

VÍTIMAS:
42 mortes, 160 pessoas feridas, sendo 57 graves, 18 com média gravidade e 85 leves. Parte dos feridos recebeu tratamentos e cirurgias.

SOCORRO:
Entre bombeiros, Polícia Militar, soldados do Exército e a população, mais de 1.000 pessoas ajudaram a socorrer as pessoas atingidas pela explosão.

INDÍCIOS DO INCIDENTE
Devido ao vazamento o consumo de gás do shopping aumentou consideravelmente, mas nada foi feito para verificar o problema. A segurança do shopping notificou a gerencia sobre o forte cheiro de gás no shopping pelo menos 15 dias antes da explosão.

INQUÉRITO: LAUDO PERICIAL
O laudo do Instituto de Criminalística de Osasco (IC) concluiu:
■ A explosão ocorreu devido ao vazamento em uma tubulação de gás desativada, que no projeto original deveria estar sob a loja 174, onde seria a lanchonete Jig’s.
■ A lanchonete mudou para um local onde haveria maior movimentação de clientes e houve necessidade de alterar o projeto original. A tubulação foi vedada, colocada no vão livre e sem ventilação. Como o material de vedação era inadequada, houve vazamento, que resultou na explosão.
■ A tubulação também estava instalada sob o contrapiso, quando o correto seria estar dentro do contrapiso.
Segundo os peritos do IC, o vazamento ocorreu na área próxima aos elevadores do prédio. A explosão foi causada por apenas 7 quilos de GLP, um pouco mais da metade de um botijão de 13 quilos. Obs: 01 kg de gás (GLP) equivale a 13 kg de dinamite

REFORMA DO SHOPPING:
121 dias foi tempo que durou a reforma

ESTIMATIVA DOS PREJUÍZOS
Danos materiais - R$ 3.000.000,00 (3,1 milhões de dólares)
Custo da reforma - R$ 4.000.000,00 pago pela Itaú Seguros (4,1 milhões de dólares)

DADOS DA ATIVIDADE DO SHOPPING EM 1996
Lojas-193
Cinemas-02
Área bruta locável -11.861 m2
Área total do terreno - 27.254 m2
Área total construída - 23.014 m2
Vagas para automóveis - 594 (fixas)
Funcionários - 1.300
Inauguração - abril/95
Operações com fast food - 25
Consumidores - cerca de 1,5 milhão /mês
Investimento na construção - R$ 20 milhões a R$ 25 milhões (23 a 28 milhões de dólares)
Faturamento mensal - R$ 5.000.000,00 (5,2 milhões de dólares)

INQUÉRITO POLICIAL
400 famílias podem ser indenizadas por perdas e danos, segundo o Ministério Público.
12 volumes é o tamanho do inquérito policial aberto pela Delegacia Seccional de Osasco.
07 pessoas de 3 empresas foram indiciadas no inquérito.

DADOS CRONOLÓGICOS DO PROCESSO JUDICIAL

10.06.98 - Explosão completa 2 anos sem punições em Osasco.
Dois anos após a explosão do Osasco Plaza Shopping, não há nenhuma decisão definitiva da Justiça a respeito de indenização das vitimas ou punição dos culpados. No momento, há 82 processos contra o shopping e as construtoras na Justiça. Em um deles, penal, o Ministério Público (MP) apresentou denúncia contra sete acusados de serem os responsáveis pela explosão.

10.03.1999- Empresa terá de indenizar vítima do Osasco Plaza
Os pais da adolescente Ana Paula de Oliveira, de 17 anos, que sofreu fratura exposta do fêmur direito na explosão do Osasco Plaza Shopping vão receber indenização por danos morais e materiais. A decisão do Tribunal de Justiça é a primeira proferida sobre a tragédia de 11 de junho de 1996.
A 2ª Câmara de Direito privado, por 3 a 0, condenou a B-7 Participações S.A., dona do shopping, a pagar aos funcionários públicos Alcindo de Oliveira, e sua mulher, Ana Maria Valentim de Oliveira, R$ 22,5 mil, com juros e correção monetária, por danos morais.
Por danos materiais, o casal deve ser reembolsado imediatamente em R$ 72,5 mil, correspondentes às despesas com remédios e tratamento médico. A B-7 deverá ainda pagar os gastos futuros com o tratamento de Ana Paula.

18.06.1999 - Justiça manda Osasco Plaza indenizar vítimas - Shopping perde recurso e deve desembolsar US$ 20 milhões, segundo cálculos do MP
A 4.ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça confirmou por maioria de votos sentença de primeira instância que manda indenizar todas as vítimas da explosão no Osasco Plaza Shopping, em 11 de junho de 1996.
A decisão tem efeito coletivo, pois é proferida em ação civil pública proposta pelo Ministério Público. Abrange todas as vítimas, bem como parentes. Eles deverão ser ressarcidos dos prejuízos morais e materiais. Só não serão beneficiados aqueles que já fizeram acordos com o shopping, ou estão movendo na Justiça ações individuais.
O Ministério Público calculou em mais de US$ 20 milhões os prejuízos a serem ressarcidos. O cálculo será feito caso a caso, na execução da sentença, por meio de perícia, levando em conta os prejuízos individuais por danos morais e materiais.

Acordos
A Assessoria de Imprensa do shopping disse que a B7 Participações iniciou voluntariamente há oito meses o processo de negociação e indenização às vítimas. Isso só foi possível após negociação com a seguradora, que liberou a verba relativa à apólice de responsabilidade civil do acidente, antes das decisões judiciais. Até o dia 31 de maio, foram efetuados 77 acordos indenizatórios, o que representa R$ 3,674 milhões.
Os acordos obedeceram a “uma postura social, sem que isso represente, de forma alguma, uma admissão de culpa pelas causas do acidente”, segundo a assessoria. Também foi montada uma central de atendimento às vítimas. Até 31 de maio foram atendidas 113 vítimas, com gasto de quase R$ 3 milhões.

26.09.1999 - Donos do Osasco Plaza tiveram recurso negado e terão de indenizar
vítimas de explosão que matou 42 em 96 .Tribunal mantém condenação de shopping
O Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo confirmou, por unanimidade, a decisão de primeira instância que manda os donos e administradores do Osasco Plaza Shopping indenizar familiares e vítimas da explosão que matou 42 pessoas e feriu 472 em junho de 96. As indenizações, que ainda não foram calculadas, podem ultrapassar os US$ 20 milhões, segundo estimativa do Ministério Público.
No recurso, a defesa alegou que não podia ser aplicado ao caso o Código de Defesa do Consumidor, no qual foi baseada a ação, por não haver remuneração direta ao shopping por parte dos clientes.
A decisão tem efeito coletivo, pois foi proferida em ação civil pública proposta pelo Ministério Público. Ela se estende a todos os parentes e vítimas da explosão.
Só não serão beneficiados aqueles que já fizeram acordos com o shopping ou aqueles que estão movendo ações individuais.

Shopping – Inocente das acusações
O shopping alega nos diversos processos que é inocente das acusações. Segundo seus advogados, o shopping também seria vítima dos problemas de construção do prédio e da falta de fiscalização da companhia de gás, que seriam responsáveis pelo vazamento que causou a explosão.
O advogado do shopping, Arnaldo José Pacífico, afirmou que, por meio da seguradora Itaú, cerca de 70 vítimas já foram indenizadas, totalizando R$ 3,5 milhões.

24.08.1999- Juiz condena 5 por explosão em shopping -Dono e administrador do Osasco Plaza receberam as penas mais altas, de 8 anos de prisão
O juiz Cláudio Antônio da Silva Marques, da 2.ª Vara Criminal de Osasco, condenou cinco acusados pela explosão que destruiu parcialmente o Osasco Plaza Shopping, em 11 de junho de 1996, matando 42 pessoas e ferindo 352. O dono do shopping, Marcelo Marinho Zanoto, e o administrador do empreendimento, Antônio das Graças Fernandes, receberam as penas mais altas, de 8 anos de reclusão, em regime fechado.
Os demais condenados eram funcionários, na época do acidente, da construtora Wysling Gomes, responsável pela obra do Plaza. O engenheiro Rubens Molinari, o engenheiro-residente Edson Poppe e o gerente de projetos Flávio de Camargo receberam penas de 2 anos, em regime aberto.
Os cinco indiciados julgados poderão recorrer da sentença, em liberdade, ao Tribunal de Justiça (TJ) do Estado. Como não há questões constitucionais envolvidas, caberá ao TJ a palavra final sobre o caso. “Se houver recurso, o TJ deve pronunciar-se em, no máximo, um ano e meio”, acredita Silva Marques.

25.08.1999- Vítimas de explosão não foram indenizadas - Pagamento foi ordenado pela Justiça em junho; houve 91 acordos, segundo o Osasco Plaza
Ainda não foram pagas as indenizações determinadas pela Justiça às vítimas e parentes de pessoas mortas na explosão do Osasco Plaza Shopping, em 11 de junho de 1996, que deixou 42 mortos e mais de 300 feridos. A condenação do shopping e da empresa B-7 Participações, em primeira instância, confirmada pela Justiça em 24 de junho, ordena a indenização de todos. Quem já tem ação individual não pode usar essa sentença.
As empresas recorreram da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STF). E é preciso que cada vítima abra um processo para que um perito calcule o valor a ser pago. Não há prazo legal para isso.
“A indenização terá como base o cálculo do perito e o que é pleiteado pelas partes”, disse o promotor Fábio Luís Machado Garcez, da Justiça do Consumidor de Osasco. Segundo o MP, as indenizações de todas as vítimas somariam cerca de US$ 20 milhões.
De acordo com a Assessoria de Imprensa do Osasco Plaza, até 31 de julho a B-7 Participações fechou, por conta própria, 91 acordos com vítimas, no total de R$ 4.534.766,83.

11.06.2000 - Dor ainda tortura Osasco, quatro anos depois - Vítimas de explosão em shopping enfrentam seqüelas e abandono
A estudante Taluana Guazelli entrou no Osasco Plaza Shopping, há quatro anos, para tomar um lanche, pouco depois do meio-dia. Faltavam apenas 20 dias para que completasse 14 anos. Mas uma explosão provocada por vazamento de gás acabou com seus sonhos de se formar em antropologia ou astronomia. Com sua morte, começava um drama familiar, que continua até hoje. Morreram 42 pessoas no local.
A mãe de Taluana, a professora Jussara Aparecida Guazelli de Andrade, de 37 anos, sobrevive tomando um coquetel de tranqüilizantes e antidepressivos.
"Minha vida acabou com a morte de minha única filha", diz. "Não vou a festas nem à praia, como fazia antes." Jussara está de licença, em tratamento psiquiátrico.

Vizinha
Vizinha da família de Taluana, Maria José Pedro, de 44 anos, chora e tem dificuldades para dormir. Ela não se conforma com a morte da filha Adriana dos Santos Pedro, de 16. "Ela era tudo para mim". Adriana era balconista e ajudava a manter a casa e a cuidar dos dois irmãos.

Elienai Paulina Flores Ferreira, de 23 anos, há quatro anos entrou no shopping para comprar um livro para fazer um trabalho escolar. Hoje, depois de amputar a perna direita e ser submetida a oito cirurgias, só se locomove numa cadeira de rodas, tem crises nervosas e é obrigada a tomar comprimidos para dormir, enfrentar dores e a depressão.
Em setembro, deve colocar uma prótese e, em breve, fará um implante dentário, pois os remédios danificaram as raízes de seus dentes. "Com anos de terapia, estou melhorando e espero superar meu drama".
Abandono
Os traumas repetem-se na maioria das famílias das 42 pessoas que morreram no acidente e das 160 que se feriram, 57 delas gravemente. Algumas sofreram amputação de membros ou ficaram paralíticas.
Mas não é só a dor pela perda de um parente ou por causa dos ferimentos.
Várias mulheres mutiladas foram abandonadas pelos maridos ou namorados. Pais deixaram filhos. Outras vítimas se queixam de terem sido enganadas pelos advogados nos acordos firmados com a direção do shopping. Maridos ficaram sozinhos para cuidar dos filhos. Poucos concordam em falar de seus dramas e dos acordos financeiros que fizeram com o Osasco Plaza.

Processos
Em conseqüência do acidente, foram abertos dois processos: um criminal e outro civil, movidos pelo Ministério Público.
No primeiro, o diretor-comercial e sócio do shopping, Marcelo Zanotto, e o administrador, Antônio das Graças Fernandes, foram condenados a 8 anos de reclusão e recorreram. Dois engenheiros e um funcionário da Construtora Wysling Gomes foram condenados e também recorreram. Na ação civil, o shopping foi condenado a pagar indenizações em 1ª e 2ª instâncias e recorreu.

11.06.2000 - Shopping informa que gastou R$ 11 milhões com vítimas - Valor inclui indenizações, contas, transporte e doações a parentes
O Osasco Plaza Shopping gastou, em quatro anos, quase R$ 11 milhões com o pagamento de indenizações, contas de água, luz e prestações atrasadas, além de transporte para as vítimas e suas famílias e doações de cestas básicas, conforme boletim divulgado à imprensa pelo shopping. Após o acidente, o Plaza criou a Central de Assistência às Vítimas, com a finalidade de atender, de "maneira voluntária e humanitária", as famílias que desejassem ser assistidas.

"Há um ano e meio, o shopping iniciou, de maneira espontânea, o pagamento das indenizações, fato inédito em acidentes desta natureza", diz Guilherme Meirelles, assessor de Imprensa da administradora do Plaza. "Isso foi possível após a liberação da parcela de R$ 3 milhões da Itaú Seguro, antes mesmo de a Justiça ter dado a sentença definitiva".
Até o dia 31 de maio foram fechados 143 acordos com 110 famílias, dos quais 39 relativos às 42 mortes e cerca de 85% dos casos graves, o que resultou no valor total de R$ 7.352.118,83. "Somados ao auxílio humanitário, em quatro anos foram gastos R$ 10.727.365,66".

Pressões
Algumas vítimas garantem que, embora não desejassem, assinaram os acordos por não suportarem as pressões. "Foi um tortura psicológica", desabafa Elienai Paulina Flores Ferreira, que aceitou um acordo no valor de R$ 214 mil. "Eram reuniões e mais reuniões, discussões que fizeram com que eu chegasse ao meu limite; foi um inferno".
"Outros aceitaram os acordos por causa da precariedade financeira", afirma Sandra Nogueira, do Movimento de Apoio às Vítimas. Segundo ela, mães com filhas incapacitadas na cama, sem marido ou apoio de ninguém, aceitaram receber uma "miséria". Sandra não é parente de nenhuma das vítimas.

Negativa
Marcelo Zanotto, diretor-comercial e sócio do Osasco Plaza, nega que o shopping tenha exercido qualquer pressão para que as pessoas assinassem os acordos. "Não obrigamos ninguém". De acordo com Zanotto, muitos dizem que sofreram pressões "para se justificarem perante amigos e parentes que são contrários a qualquer tipo de acordo".
Ele diz que os valores acordados "foram condizentes com os que seriam determinados pela Justiça ao cabo de um processo demorado".

30.06.2001 - Vítimas de explosão em shopping acionam Ultragaz
Cinco anos depois da explosão do Osasco Plaza Shopping, em Osasco (SP), a Companhia Ultragaz é alvo de várias ações de familiares e vítimas do acidente, muitos deles, inclusive, com acordos de indenização já fechados com a administradora do empreendimento, a B. Sete Participações. Um total de 24 ações foram apresentadas na capital paulista contra a empresa, fornecedora do gás causador da explosão, que matou 42 pessoas e feriu 352.
Pelo laudo elaborado pelo Instituto de Criminalística da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo, a explosão ocorreu em virtude de vazamento na rede interna, por acúmulo de gás no vão livre existente entre o piso e o solo.

Nas ações já julgadas improcedentes em primeira instância, entretanto, os juízes entendem que a rede interna não era de responsabilidade da Ultragaz. A juíza da 3ª Vara Cível de São Paulo, Lília Lúcia Pellegrini Venosa, argumenta, no processo ajuizado por Juliana Guimarães Toledo, que o artigo 4º da Portaria nº 16/91 deixa claro que a companhia é responsável pela central de gás, 'que não se confunde com a instalação de distribuição'. 'Foi o shopping quem contratou a empresa responsável pela construção e instalação da rede interna de gás, sem que tenha a requerida (Ultragaz) participado ou se obrigado a participar de tal construção', diz a juíza em sua decisão. E vai mais além: 'Entendendo-se, diversamente, a Sabesp, a Eletropaulo e a requerida seriam responsabilizadas por serviços imprestáveis em quaisquer obras.'

'A central de gás, que era a responsabilidade da Ultragaz, mesmo depois da explosão, continuava lá intacta', diz o advogado Rodrigo Barcellos, do escritório Barcellos, Tucunduva, Cesar de Moraes, Flaibam, Figueiredo e Heemstede Advogados Associados, que defende a companhia de gás. Os advogados do escritório responsável por 21 das 24 ações ajuizadas, agora, não quiseram comentar o assunto.
A seu favor ainda, a Ultragaz alega que não figura como ré na ação civil pública movida pelo Ministério Público de São Paulo contra a proprietária do shopping, a administradora B7 Participações e os sócios desta empresa, tramitando hoje no Superior Tribunal de Justiça. 'O que comprova que a Ultragaz não é culpada da explosão', diz o advogado.
Além disso, para combater a avalanche de ações, argumenta que muitos dos autores das 24 ações já receberam indenizações da administradora do shopping. 'Os autores querem receber duas indenizações pelo mesmo fato, o que é impossível', diz Barcellos, alegando que os autores de pelo menos 20 processos estão nesta situação.
'A boa-fé processual exigia que os autores revelassem a existência do acordo', diz o advogado que defende a Ultragaz. 'Eles não poderiam pleitear nova indenização, independente da companhia de gás ter culpa ou não pela explosão', afirma o advogado Ricardo Leitão.

Até 30 de junho, a administradora do shopping, segundo o seu advogado, Arnaldo José Pacífico, fechou 175 acordos de indenização, pagando R$ 8,5 milhões, que se somado ao que foi gasto com assistência social (saúde, auxílio e transporte) após o acidente, eleva o montante a R$ 12 milhões.
Osasco Plaza
Ações contra o shopping – 220
Número de acordos – 175
Total de indenizações – R$ 8,5 milhões
Fonte: Osasco Plaza Shopping – até 30 de junho 2001

14.06.2010- Explosão em shopping de Osasco completa 14 anos; relembre
Era véspera do Dia dos Namorados e o Osasco Plaza Shopping estava lotado. Há exatos 14 anos, uma violenta explosão em um espaço vazio, uma espécie de falso porão, que ficava abaixo do térreo do shopping, fez o piso levantar e o concreto cair sobre as pessoas.
Os primeiros feridos foram retirados por pessoas que ouviram o estrondo. Bombeiros e ambulâncias chegaram logo depois. Mais de 200 feridos lotaram rapidamente os cinco hospitais da região. Centenas de pessoas acompanharam o trabalho dos bombeiros, policiais e funcionários da Prefeitura de Osasco. Mais de mil homens do Exército também se juntaram à equipe de resgate.
A perícia depois comprovou que o vão entre o solo e o piso não tinha ventilação. O acidente causou uma briga entre a construtora e a administração do shopping. O advogado da construtora chegou a afirmar que havia ligações clandestinas de gás dentro do estabelecimento, apontando como causa para a explosão. O advogado do shopping rebateu as críticas. O laudo apontou uma série de falhas, inclusive roscas e vedações inadequadas nas tubulações. O documento mostrava ainda que o erro fundamental foi a localização das tubulações de gás, debaixo do piso, o que não estava previsto no projeto.
Meses depois, o seguro do shopping pagou pela reforma, que custou R$ 4 milhões. Além de cinco meses com as lojas fechadas, os comerciantes tiveram que arcar com as despesas dos funcionários. Muitos perderam tudo na explosão. No final de novembro de 1996, o shopping reabriu e muita gente foi conferir a inauguração.

Três anos depois do acidente, a Justiça de São Paulo condenou cinco pessoas pela explosão: o diretor comercial do shopping Marcelo Marinho Zanotto, o engenheiro de segurança Antônio das Graças Fernandes e os engenheiros da construtora Rubens Molinari, Edson Pope e Flávio Camargo. Em 2005, quase dez anos depois da explosão, o Tribunal de Justiça de São Paulo absolveu os quatro engenheiros e o administrador que eram acusados de negligência.

Bombeiroswaldo...
Jamais teria ocorrido se o trabalho Preventivo realizado em rondas fossem exímios, como um Bombeiro ou Segurança não consegue detectar o odor do gás, ainda mais proveniente de um vazamento constante. Nota-se que os responsáveis pelo trabalho preventivo, faziam de tudo nesse shopping, menos prestar atenção no trabalho preventivo. Sinto pelas vítimas...
Bombeiroswaldo...